segunda-feira, 23 de julho de 2012
Por Quê Não Acredito em Céu e Inferno
sexta-feira, 25 de maio de 2012
RMM: Retrospectiva Musical Mimieux!
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Expectativas

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Marry The Night
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Dez Passos Para Dominar o Mundo

1 - Feche os ouvidos para as coisas ruins, mas deixe os olhos bem abertos: você nunca vai saber quando alguém precisará da sua ajuda.
2 - Tenha sempre uma horda de amigos fieis, que farão tudo por você custe o que custar, mas não se esqueça de fazer tudo por eles!
3 - Sorria sempre, mesmo que seu coração esteja sangrando.
4 - Seja sempre você mesmo, não importa as circustâncias. Mesmo que cortem seus cabelos, roubem suas roupas e tirem seus sapatos, não se esqueça de quem você é.
5 - Faça sempre o que o seu coração mandar, mesmo que tudo dê errado no final: você só aprende errando.
6 - Nunca deixe de dar a sua opinião quando solicitada: pessoas poderosas têm sempre algo de interessante a dizer.
7 - Seja sincero, mesmo que a verdade doa. Você deve basear-se nela diariamente, somente revendo erros podemos mudar o futuro.
8 - Leia muito, de tudo um pouco, e absorva tudo de novo que o dia lhe ensinou.
9 - Não se esqueça de deitar na grama e respirar fundo pelo menos uma vez por dia.
10 - Nunca se esqueça de encher o tanque de combustível do seu foguete no final do dia: a lua nunca está tão longe quanto parece!
~
Antonio Fernandes
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Entorpecida

Uma mente obcecada como um peixe dourado
Preso na minha placa de Petri
Eu não consigo respirar nem sorrir
É melhor que valha a pena por enquanto
Eu me sinto entorpecida na maior parte do tempo
Quanto mais eu desço, mais eu deverei subir
E vou querer saber porque
Escureço apenas para poder brilhar
Olhando para a luz dourada
Oh, é um sacrifício justo, que orgulho
Renuncie a família, renuncie aos amigos
Isso acaba do mesmo jeito que começou
Eu posso me abrir e chorar
Porque fiquei quieta durante toda a minha vida
Eu me sinto entorpecida na maior parte do tempo
Quanto mais eu desço, mais eu deverei subir
E vou querer saber porque
Escureço apenas para poder brilhar
Olhando para a luz dourada
Oh, é um sacrifício justo, que orgulho
Oh, eu escureço oh e estou no inferno
Preciso de um amigo, oh mas não posso gritar
Sim, não sou boa, não sou boa para ninguém
Porque tudo o que me importa é estar no topo
Brilhe, olhando para a luz dourada
É um sacrifício justo
Brilhe, olhando para a luz dourada
Oh, é um sacrifício justo
Eu me sinto entorpecida na maior parte do tempo
Quanto mais eu desço, mais eu deverei subir
E vou querer saber porque
Fiquei tão sombria apenas para poder brilhar
E eu ilumino o céu
As estrelas que brilham mais
Caem muito depressa e passam por você
E riscam como isqueiros vazios
Eu me sinto entorpecida na maior parte do tempo
Quanto mais eu desço, mais eu deverei subir
E vou querer saber porque
Escureço apenas para poder brilhar
E eu ilumino o céu
As estrelas que brilham mais
Caem muito depressa e passam por você
E brilham como isqueiros vazios
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Divagações de Entressafra 2

segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Divagações de Entressafra

"eu queria ser sensual, sexy, provocante, instigante, intrigante mas tudo o que eu consigo é ser engraçado."
Louie Mimieux
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
O Mundo dá Voltas

A viagem para o Rio de Janeiro, como já deixei bem claro nos posts anteriores, mudou minha vida de maneira que nada havia feito igual antes. Um enorme divisor de águas.
Isso tem me feito pensar em muitas coisas, e em como elas mudaram, e como elas vem mudando tão rápido com tão pouco tempo, isso me fez viajar até quatro anos atrás, no período em que comecei a escrever a história de Afonsa e companhia, quando, como todos sabem, eu era apenas um garotinho gordinho pouco desejado pelos colegas de classe.
Lembro-me de uma vez, que em um surto louco de autoconfiança, acabei fazendo uma coisa que deixou uma ferida enorme no meu coração, a qual não doeu nem um pouco na hora, e que acabou cicatrizando sem eu sequer perceber. Foi uma ferida que não senti no momento, mas que após ter sarado, cicatrizado e quase desaparecido, teve sua profundidade e gravidade reconhecida.
Lembrei-me do ocorrido por um acaso, enquanto estava tomando banho. Por algum motivo bobo isso me veio à cabeça e eu decidi dividir isso com vocês, pra vocês verem como as coisas mudam e como o mundo dá voltas... Não sei porquê, mas no ano de 2007, enquanto cursava a oitava série, decidi que queria ser representante de classe, o problema era que eu não percebia o óbvio, o óbvio que ficou explícito logo que as votações se encerraram:
De quase 42 alunos dentro de uma sala de aula, eu recebi um único voto. O meu próprio voto.
O mais engraçado foi que eu não fiquei nem um pouquinho magoado na hora. Muito pelo contrário, eu estava tão contente porque minha amiga havia ganhado! Ela era uma das minhas melhores amigas na época. Mas eu vi e senti as expressões de pena, dó, piedade e até um pouquinho de compaixão, mesmo da parte das pessoas que não simpatizavam muito comigo naqueles rostos que me rodeavam. Eu estava sentado na última cadeira da fila da parede, no lado esquerdo da sala, e todas as cabeças se voltaram para mim, cheias de pena. Teria sido uma cena terrível se eu não estivesse tão feliz pela minha amiga.
Incrível como a inocência de uma criança pode servir de anestésico para uma situação como aquela.
Hoje, já adulto, eu vejo o quão grave a situação foi: nem aqueles que se diziam meus amigos tiveram a coragem de votar em mim, ao menos por consideração. Eu lembro dos nomes e dos sorrisos de cada um deles. Lembro da falsa ilusão de companheirismo que eles me passavam, ou que eu mesmo gerava em minha cabeça infantil, só agora eu percebo o quão bobo eu fui em acreditar que eles eram meus amigos de verdade. Só agora eu percebo que para eles, eu pouco importava.
É, a minha vida mudou muito, muito mesmo.
Nunca pensei que fosse chegar onde eu cheguei, rodeado por pessoas que me querem bem de verdade, e não me fazem de um simples encosto para as horas mais cômodas.
Sou tão grato pelas amizades verdadeiras que fiz nesses últimos três anos, e pelas grandes conquistas que tive e pelos grandes passos que dei. A Universidade Federal, a Bienal no Rio de Janeiro, o lançamento do livro, as entrevistas para o jornal...
É, o mundo dá voltas mesmo! :)
domingo, 11 de setembro de 2011
sábado, 10 de setembro de 2011
Algo novo está para nascer
E então o retorno! Cheguei à velha, calorenta e efadonha Macapá esta tarde, por volta das três horas, morrendo de saudades da mamãe e ao mesmo tempo... ao mesmo tempo com o coração em pedaços por estar deixando, mais uma vez, o mundo inteiro para trás.
Conhecer o Rio de Janeiro para mim foi muito mais do que uma visita a trabalho ou a passeio, foi uma experiência espiritual de auto-conhecimento. Meu objetivo era a sessão de autógrafos na noite do dia 7 de setembro, na Bienal do Livro, o qual cumpri com toda a honra e gratidão devidas ao pessoal da All Print Editora que me deu de presente essa oportunidade maravilhosa. Se não fosse por eles terem topado enfim publicar meu livro, eu jamais teria visto de perto tudo aquilo com que sempre sonhei e acompanhei pela TV, pelas revistas, pelos jornais e pela internet.
Vendi exatamente cinco cópias autografadas, e decorei o rosto de cada uma das cinco pessoas que se interessaram pela minha história e me deram esta chance de finalmente ser lido fora das páginas da internet. No exato momento em que vocês pararam e me deram um pouquinho da sua atenção, senti um amor enorme que nunca havia sentido antes, incomparável a qualquer outro tipo de amor. Me senti conectado a cada um de vocês, acredito em destino e acredito no sobrenatural sim, creio acima de tudo que cada um de vocês estava predestinado a encontrar Afonsa e sua família e levarem-nas para casa, para torná-las parte da sua família também.
Desde a criança mais pequena até a mais adulta mulher, cada um de vocês tinha algo de especial, algo que me cativou sem eu sequer saber seus nomes, algo que os trouxe até o estande da All Print Editora e os fez levar para casa a primeira de todas as minhas histórias. Este evento em minha vida foi um divisor de águas, existem dois Antonios agora: um Antonio pré-Bienal e outro pós.
O Pré era aquele rapaz ligeiramente acima do peso, vindo do extremo norte do país, simples a seu próprio modo, encantado e ao mesmo tempo assutado com os excessos de uma cidade grande, aquele que viu o mundo de perto e tremeu... E o Pós é aquele que encarou o mundo de frente, subiu ao Corcovado e viu o Cristo Redentor de braços abertos sobre a Guanabara, aquele que foi até o fim e subiu o monte do Pão de Açúcar e lá de cima contemplou aquilo que ele havia conquistado, seu novo horizonte, a possibilidade de um futuro toda ali, diante dele.
E finalmente ele caiu em si e percebeu o quão efadonha e medíocre tem sido a sua existência até agora, restrita à uma cidade quente, abafada e úmida, vendo o mundo diariamente através da tela de um computador sem nunca poder tocá-lo... É como ver as sombras do mundo real serem projetadas no fundo da caverna, aquilo está ali, mas jamais poderá ser tocado se algo não for feito, se uma atitude não for tomada. Eu quero, eu posso, eu consigo! Eu juro que vou! Juro que vou sair deste "buraco de coelho sujo" como diria iamamiwhoami, juro que vou!
Nesta última semana, um velho Antonio morreu para outro renascer em seu lugar. Nesta última semana, este rapaz ligeiramente acima do peso vindo do extremo norte isolado do país conheceu um pouquinho do gosto do mundo real. E ele quer mais. E ele vai conseguir mais! Ele não vai parar por aqui, mesmo que todos digam que não será possível, ele continuará acreditando! Foi à base de sonhos que ele foi criado e à base de sonhos seu corpo cairá por terra!
Há algumas semanas atrás, ver tudo o que eu vi, sentir tudo o que eu senti, só seria possível através da minha imaginação, da minha suposição... Mas lá estava eu, subindo e descendo as ladeiras da Lapa entre os casarões históricos como se estivesse vivendo um dia normal da minha vida. Quando a ficha caiu, rios de lágrimas foram derrubados, mas já era hora de tocar a vida para frente, e cá estou eu me refazendo mais uma vez. No final das contas eu acabei nem conhecendo a Anne Rice, meu maior ídolo literário... depois do Philip Pullman é claro. Mas tudo bem, sei que um dia vou estar cara a cara com ela, e vamos ter muito o que conversar!
Algo novo está para nascer.
Muito obrigado, do fundo do meu coração, a todos vocês. Meus amigos, Meus amores.
Antonio Fernandes
~
domingo, 4 de setembro de 2011
Um Breve "Até Breve" + Bonus: Cale a Boca e Escute: Marina & The Diamonds
OK pessoal, amanhã, como todos sabem (ou deveriam saber?) estarei indo para a Cidade Maravilhosa vulgo Rio de Janeiro, meu livro será oficialmente lançado pela All Print Editora na Bienal do Livro, dia 7 de setembro às 19hs no pavilhão verde, rua Q, estande 22, com direito à autógrafos e tudo o mais.A parte chata é que por causa disso eu talvez não consiga ver a Anne Rice, meu ídolo literário, autora de Entrevista com o Vampiro e A Rainha dos Condenados, que vai estar lançando o livro dela no mesmo horário que eu, o que é uma pena, mas para tudo dá-se um jeito (vou colocar uma plaquinha com os dizeres "intervalo para almoço", risos).
A parte legal é que vou ficar conhecido nacionalmente... ou não. Não tenho ideia de como vai funcionar isso, não sou muito bom em lidar com pessoas então é capaz de eu suar feito uma porca e ficar tremendo com um sorriso amarelo na frente de uma multidão de pessoas curiosas... ou então flopar totalmente e ficar sentado numa mesinha com meus livros ao redor olhando para o vazio, O QUE EU ESPERO QUE NÃO ACONTEÇA POR FAVOR JESUS. Prefiro passar vergonha por inexperiência do que flopar, Deus que me livre.
Então vou ficar sumido durante uma semana, só volto a postar no sábado à noite, quando retorno do ~cof~ Rio de Janeiro, vou colocar aqui um resumo básico da viagem, o que teve de bom na Bienal, os lugares que eu visitei e "aqueeelas" situações inusitadas que sempre me acontecem, como estranhos me trollando, saias justas e apertos, coisa comum né, se não eu até estranharia... Lembrem-me também de parar de ficar usando essas expressões internéticas do final da década como "trollar" e "flopar", isso polui demais o texto e deixa as pessoas que estão por fora completamente confusas!
Então, eu pensei em colocar uma letrinha de música aqui no final ou algum poeminha bonito que fale sobre a realização de sonhos, não deixar de acreditar, tapas na cara da sociedade e afins, mas não encontrei nada que se encaixasse no momento a não ser a música "Are You Satisfied?" de Marina & The Diamonds, uma cantora inglesa que (acho) já pintou por aqui no Cale a Boca e Escute (ex-Letra & Música), mas talvez seja só impressão minha, ou eu esteja confundindo as bolas... OK isso foi meio pornográfico...
De qualquer modo, Marina & The Diamonds é o pseudônimo de Marina Diamandis, cantora britânica que após ter agitado os maiores e principais festivais de musica, entre eles o Big Weekend da BBC e o Glastonbury e ser considerada por revistas e sites especializados uma nova promessa para a música pop em 2010, lança seu debut album intitulado The Family Jewels. Com voz marcante e singular e um estilo musical que nos remete a Kate Nash, Adele e Florence + the Machine, misturando influências da música eletrônica e pop, Marina tem chamado atenção e conquistando público devido as suas apresentações ao vivo.
Abaixo você confere a letra e a tradução de "Are You Satisfied?", música que é a minha cara:
Are You Satisfied?
I was pulling out my hair
The day I cut the deal
Chemically calm
Was I meant to feel happy?
But my life was just about to change
One life pretending to be
The cow that got the cream
Oh, everybody said
Marina is a dreamer
People like to tell you what you're gonna be
It's not my problem if you don't see what I see
And I do not give a damn if you don't believe
My problem is my problem
That I never am happy
Is my problem, is my problem
of how fast I will succeed
Are you satisfied with an average life?
Do I need to lie to make my way in life?
High achiever don't you see?
Baby, nothing comes for free
They say I am a control freak
Driven a greed to succeed
Nobody can stop me
'Cause it's my problem
if I wanna pack up and run away
It's my business if I feel the need to
smoke and drink and swear
It's my problem, it's my problem
if I feel the need to hide
It's my problem if I have no friend,
to feel I want to die
Are you satisfied with an average life?
Do I need to lie to make my way in life?
Are you satisfied with an easy ride?
Once you cross the line
will you be satisfied?
Sad inside
In this life
I'm satisfied praying
Sad inside
In this life
I'm satisfied waiting
Are you satisfied with an average life?
Do I need to lie to make my way in life?
Are you satisfied with an easy ride?
Once you cross the line
will you be satisfied?
Are you satisfied?
Você está satisfeito?
Eu estava arrancando meu cabelo
No dia que eu quebrei o acordo
Quimicamente calma
Minha intenção era me sentir feliz?
Mas minha vida estava prestes a mudar
Uma vida fingindo ser
A vaca que tem o creme de leite
Oh, todos disseram
Marina é uma sonhadora
As pessoas gostam de dizer o que você vai ser
Não é problema meu se você não vê o que vejo
E eu não dou a mínima se você não acredita
Meu problema é o meu problema
Se eu nunca estou contente
É problema meu, é problema meu
O quão rápido eu vou conseguir
Você está satisfeito com uma vida mediana?
Preciso mentir pra fazer meu caminho na vida?
Grande empreendedor, você não vê?
Baby, nada vem de graça
Eles dizem que eu sou uma maníaca por controle
Impulsionada por ganância
Ninguém pode me parar
Porque o problema é meu
se eu quiser fazer as malas e fugir
É meu problema se eu sentir a necessidade de
fumar e beber e jurar
É problema meu, é meu problema
se eu sentir a necessidade de esconder
É problema meu se eu não tenho amigos,
se sinto que quero morrer
Você está satisfeito com uma vida mediana?
Preciso voar pra fazer meu caminho na vida?
Você está satisfeito com um passeio fácil?
Depois de cruzar a linha
você estará satisfeito?
Triste por dentro
Nesta vida
Estou satisfeita rezando
Triste por dentro
Nesta vida
Estou satisfeita esperando
Você está satisfeito com uma vida mediana?
Preciso mentir pra fazer meu caminho na vida?
Você está satisfeito com um passeio fácil?
Depois de cruzar a linha
vocês estará satisfeito?
Você está satisfeito?
terça-feira, 30 de agosto de 2011
As Dellabóboras - Trilha Sonora Oficial do Livro!
Comecemos com a música "Pumpkin Soup" da inglesinha Kate Nash que tem uma voz doce e músicas fofíssimas. Essa é a base do livro, pessoas doces e situações fofíssimas e engraçados como o video que ela preparou para esta faixa do álbum "Made Of Bricks". Esta música é o tema principal do livro e da história. Se por um acaso, num futuro próximo, o livro vir a se tornar uma série, esta será a música de abertura! Minha favorita dela! É o máximo!
Peça extraída da grande ópera "Carmen" de Bizet, chama-se "Habanera" e é o tema das maldades de Kerbina no livro! A aprendiz de vilã costuma assobiar ou cantarolar o pequeno trecho de abertura da melodia enquanto arquiteta seus planos para atrapalhar a vida de Afonsa. Acabei encontrando no Youtube exatamente o que eu queria: uma versão em piano, que me soa bem mais agradável do que a normal tocada no violão... e bem mais maléfica também!
Quando as meninas se divertem, o embalo fica por conta de "Lollipop", do cantor libanês Mika. Uma música doce, animada, divertida e cheia de cor, bem a cara das tardes de Afonsa, Karina, Kerbina e Cordélia na Mansão Dellabóbora...
Nem só de ação, diversão e brincadeiras vivem as minhas meninas, elas também vivem pequenos romances - coisa de criança - e a música que embala esses momentinhos é "The Little Things" de Colbie Caillat, uma música doce que estava sempre na minha cabeça enquanto as cenas entre Paolo e Madalena fluíam...
"Fresh Off The Boat", do álbum "Folklore" de Nelly Furtado sempre esteve na minha cabeça (ou mesmo nos fones de ouvido) enquanto eu descrevia as cenas que se passavam na praia ou na escola ou em qualquer lugar que fosse fora da mansão, como nas ruas apertadinhas e ensolaradas de Vila de Mônica, a pacata vila praiana com casinhas coloridas e apertadas construídas uma grudadas nas outras...
Na hora de entrar em ação e lutar contra o mal, os instrumentais de synthpop dark e oitentista de "Wonderful Life" daquela que era minha cantora favorita na época, Gwen Stefani, invadiam a minha cabeça (principalmente a intro da música, ela é incrivelmente tenebrosa!), dando uma sensação de perigo à espreita, alimentando o clima de mistério que teima em rondar a nova vida de Afonsa como bruxa, e que tende a ficar cada vez mais forte...
E de brinde para vocês, a canção "Skeleton Song" de Kate Nash (se vocês querem saber, o Volume 1 inteiro foi regado à Kate Nash, cada música do Made Of Bricks tem uma cena própria, e se eu colocasse uma por uma ficaria bem cansativo!) esta música é o tema do Especial de Halloween, um capítulo extra que escrevi por diversão e acabei decidindo colocar como um bônus no final dessa primeira tiragem de As Dellabóboras - Volume 1. Não estará nas futuras tiragens, o que torna essa edição especial de lançamento um item para colecionadores!
MUITO BEM, PESSOAL!
Se você se interessou pela trilha sonora de As Dellabóboras, com certeza vai amar o livro, que é doce, animado e colorido como as músicas que me ajudaram a desenvolver a história!
Você pode me ajudar comprando-o pelo site da All Print Editora clicando aqui
Tenha uma boa leitura!
xoxo
Antonio Fernandes
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