Bem vindos à minha fábrica de sonhos!

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Aguarde...







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The Big Machine Keeps Rolling On! - Ciência: É Possível?!

Atualmente, os físicos estão convencidos que as viagens no tempo são muito improváveis. Esta crença é o resultado da aplicação da Navalha de Occam. Qualquer teoria que permita viagens no tempo teria que resolver os problemas relacionados com causalidade , e na ausência de provas experimentais que demostrem que as viagens do tempo são possíveis, é mais simples, do ponto de vista teórico, supor que não são. De fato, Stephen Hawking terá sugerido que a ausência de turistas vindos do futuro é um excelente argumento contra a existência de viagens no tempo. No entanto, existem soluções da Teoria Geral da Relatividade de Einstein que permitem viagens no tempo (como a famosa solução encontrada por Kurt Gödel), mas algumas destas soluções exigem que o universo tenha características que não parece ter. Se fosse possível viajar mais rápido que a luz, então, de acordo com a relatividade, as viagens no tempo seriam possíveis.


Os buracos de minhoca foram propostos como vias para viajar no tempo. Um buraco de minhoca funcionaria hipoteticamente da forma que se explica a seguir: O buraco de minhoca é criado de alguma forma. Uma das extremidades do buraco de minhoca é acelerado até velocidades próximas da luz, talvez com a ajuda de uma nave espacial sofisticada, e em seguida desacelerado até à velocidade original. Devido à dilatação do tempo, na parte acelerada do buraco de minhoca o tempo passou muito mais devagar. Um objeto que entra no buraco de minhoca a partir da parte não acelerada viajará até ao outro lado até o passado. Este método tem uma limitação: não é possível viajar a épocas anteriores à criação da máquina; na prática, forma-se uma espécie de túnel para uma região que ficou relativamente parada no tempo, mas não se cria uma máquina capaz de viajar a qualquer época que se deseja. Isto explicaria por que a observação de Stephen Hawking exposta acima não é correta: não vemos os turistas do tempo porque, teoricamente, eles só poderiam viajar até à época em que o primeiro buraco de minhoca foi criado, e isso ainda não aconteceu.


Outro método que poderá permitir as viagens no tempo é a rotação de um cilindro. O cilindro tem que ser longo, denso e deve rodar à volta do seu eixo a velocidades elevadas. Se uma nave seguir um percurso em forma de espiral em torno do cilindro conseguirá viajar para trás no tempo. No entanto, a densidade e as velocidades necessárias são tão elevadas que não existe nenhum material suficientemente forte para construir o cilindro. Um mecanismo semelhante poderá ser construído a partir de uma corda cósmica, mas não são conhecidas cordas cósmicas e nem parece ser possível construí-las.


As viagens no tempo são um tema frequente na ficção científica. O tratamento que a ficção científica dá às viagens do tempo pode ser dividida em duas categorias principais:


1. A História é consistente e nunca poderá ser mudada


1.1 Os personagens não têm controle sobre a viagem no tempo (efeito Morphail).


1.2 Aplica-se o princípio de auto-consistência de Novikov (do Dr. Igor Novikov, Professor de Astrofísica da Universidade de Copenhague)


1.3 A alteração do passado não muda a História, mas cria uma História paralela.


2. A História pode ser alterada


2.1 A História tem uma grande resistência à mudança


2.2 A História pode ser mudada facilmente (Back to the future)


A cada uma destas categorias correspondem os universos de Tipo 1 e de Tipo 2. As viagens num universo de tipo 1 não provocam paradoxos, embora os eventos em 1.3 possam parecer paradoxais.


Na situação 1.1, as leis da física limitam as viagens do tempo de modo a que os paradoxos não sejam possíveis. Se alguém tentar criar um paradoxo, deixa de ser capaz de controlar a viagem no tempo e acontecem coisas inesperadas. Michael Moorcock descreve uma forma deste principio e chama-o "efeito Morphail".


Na situação 1.2, o princípio de auto-consistência de Novikov afirma que a existência de um método para viajar no tempo obriga que os acontecimentos permaneçam auto-consistentes (i.e. sem paradoxos). As tentativas para violar a consistência estão condenadas ao fracasso, mesmo que tenham que ocorrer acontecimentos bastante improváveis.


Exemplo: o personagem possui um aparelho que permite o envio de um único bit de informação para um momento preciso no tempo. O personagem recebe esse bit às 10:00:00 PM, mas não recebe mais nenhum durante 20 segundos. Se o personagem enviar um bit para as 10:00:00 PM tudo corre normalmente: o bit é recebido. Mas se ele enviar um bit para as 10:00:15 PM (um momento em que nenhum bit foi recebido), o transmissor não funcionará. Ou o personagem não o receberá por estar distraído por outros eventos. Um excelente exemplo deste tipo de universo pode ser encontrado no romance literário Timemaster de Robert Forward.


Na situação 1.3, os eventos que aparentam ter causado um paradoxo criam na realidade uma nova linha do tempo. A antiga linha do tempo continua a existir. O viajante no tempo abandonou essa linha do tempo e encontra-se agora em outra. O problema desta explicação é que viola o princípio da conservação de massa e energia. Se o viajante abandona um universo para entrar em outro, o universo original perde massa. Por isso, o mecanismo de viagem no tempo envolve provavelmente uma troca de massas entre universos.


Num universo em que as viagens no tempo são permitidas mas não se permitem paradoxos, o momento presente é o passado de um observador futuro, todos os eventos estão fixos e não há livre arbítrio (apesar de existir a ilusão de livre arbítrio). A História é como uma fita de um filme onde tudo já está fixo.


As viagens do tempo num universo de tipo 2 são mais difíceis de explicar. O maior problema consiste em explicar como é que mudanças no passado não parecem mudar significativamente a História. Uma explicação possível sugere que logo que a História é mudada, todas as memórias são automaticamente alteradas de modo a reflectir essa mudança. Nem o personagem que muda a História perceberá de tê-lo feito porque não se lembraria do como as coisas eram antes.


Num universo destes seria muito difícil a um personagem saber se vive num universo de tipo 1 ou tipo 2. No entanto, ele poderia descobrir que está num universo de tipo 2 através das evidências seguintes: a)é possível viajar no tempo e b) as evidências sugerem que a História nunca mudou como resultado de ações tomadas por alguém que se lembre delas, embora existam provas de que as pessoas estão sempre a mudar a sua própria linha do tempo.


Larry Niven sugere que num universo tipo 2.1 a melhor forma do universo "corrigir" as alterações da História consiste em impedir a descoberta de formas de viajar no tempo, e que num universo de tipo 2.2, um número muito grande (ou mesmo infinito) de viajantes vão causar um número infinito de mudanças na História até que esta se estabilize em uma versão na qual formas de viajar no tempo não seriam descobertas.


Uma variante dessa modalidade está no "Fim da Eternidade", de Isaac Asimov, onde as mudanças na História causam desvios mas depois se ajustam a uma linha-mestra. A depender da alteração, pode ser um desvio ínfimo, ou um de séculos, mas existiria uma espécie de inércia no percurso da História.


Em muitos livros de ficção científica, as viagens são feitas com máquinas do tempo, mas em alguns casos, as viagens são feitas graças aos poderes mentais dos personagens, como no livro Time And Againde Jack Finney. No livro de Poul Anderson,There Will Be Time, no filme Efeito borboleta e no seriado journeyman, viajar no tempo é uma capacidade inata que só alguns possuem.


SOBRE BURACOS DE MINHOCA:


Em física, um buraco de minhoca (ou verme) é uma característica topológica hipotética do continuum espaço-tempo, a qual é, em essência, um "atalho" através do espaço e do tempo. Um buraco de verme possui ao menos duas "bocas" conectadas a uma única "garganta" ou "tubo". Se o buraco de verme é transponível, a matéria pode "viajar" de uma boca para outra passando através da garganta. Embora não exista evidência direta da existência de buracos de verme, um contínuum espaço-temporal contendo tais entidades costuma ser considerado válido pela relatividade geral. O nome "buraco de verme" vem de uma analogia usada para explicar o fenômeno. Da mesma forma que um verme que perambula pela casca de uma maçã poderia pegar um atalho para o lado oposto da casca da fruta abrindo caminho através do miolo, em vez de mover-se por toda a superfície até lá, um viajante que passasse por um buraco de verme pegaria um atalho para o lado oposto do universo através de um túnel topologicamente incomum.


Buracos de verme intra-universos conectam um local em um universo a outro local do mesmo universo (no mesmo tempo presente ou não presente). Um buraco de verme deverá ser capaz de conectar locais distantes no universo criando um atalho através do espaço-tempo, permitindo viajar entre eles mais rápido do que a luz levaria para transitar pelo espaço normal (ver a imagem acima). Buracos de verme inter-universos conectam um universo a outro. Isto dá margem à especulação de que tais buracos de verme poderiam ser usados para viajar de um universo paralelo para outro. Um buraco de verme que conecta universos (geralmente fechados) é frequentemente denominado como wormhole de Schwarzschild.


Outra aplicação de um buraco de verme poderia ser a viagem no tempo. Neste caso, é um atalho de um ponto no espaço-tempo para outro. Na teoria das cordas, o buraco de verme tem sido visto como uma conexão entre duas D-branas, onde as bocas estão ligadas às branas e são conectadas por um tubo de fluxo. Finalmente, acredita-se que buracos de verme sejam parte da espuma quântica. Existem dois tipos principais de buracos de verme: buracos de verme lorentzianos e buracos de verme euclidianos. Os buracos de verme lorentzianos são estudados primordialmente na relatividade geral e gravitação semiclássica, enquanto os buracos de verme euclidianos são estudados em física de partículas.


Buracos de verme transponíveis são um tipo especial de buraco de verme lorentziano que permitiriam que uma pessoa viajasse de um lado do buraco de verme ao outro. Serguei Krasnikov sugeriu a expressão atalho de espaço-tempo (spacetime shortcut) como uma descrição mais geral de buracos de verme (transponíveis) e sistemas de propulsão como a métrica de Alcubierre e o tubo de Krasnikovpara indicar viagens interestelares mais rápidas que a luz.


Mesmo se alguém encontrasse um buraco de verme e viajasse através dele, os cientistas não têm certeza sobre como isso afetaria o indivíduo. Alguns acreditam que um buraco de verme não se manteria estável por tempo suficiente para permitir a travessia. E existem teorias que sugerem que mesmo que ele permaneça estável, o viajante seria alterado de formas indeterminadas e poderia experimentar danos ao coração ou cérebro, e possivelmente até a morte.


CURIOSIDADES:


Cientistas do CERN, laboratório de pesquisas nucleares da Europa, descobriram partículas subatômicas capazes de viajar em velocidades que superam à da luz, algo considerado impossível até então. A novidade pode abalar todos os pilares da Física moderna e tornar inválida a Teoria da Relatividade desenvolvida por Albert Einstein.


Leia mais aqui.


Em setembro deste ano, pesquisadores do CERN anunciaram a descoberta de partículas subatômicas capazes de viajar a velocidades acima da da luz. A novidade, que abala os pilares da física moderna, foi confirmada novamente nesta sexta-feira (18 de novembro), após testes mais precisos dos experimentos realizados anteriormente.


Leia mais aqui


E então? conseguiram identificar o tipo de universo em que The Big Machine se passa? Conseguiram encontrar as semelhanças entre realidade e ficção? Acha mesmo que é possível?!

Aguarde então a última parte do especial de 3 anos:

Arte Conceitual: Esboços & Mais! É amanhã mesmo!


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domingo, 4 de dezembro de 2011

Goddess

Abaixo, uma obra feita por mim, colorida e editada digitalmente por um grande amigo, Pablo Felipe, que adorou e resolveu dar o seu toque especial. Chamei o desenho de "Goddess", apesar de ser a representação de uma entidade mística andrógina. Nela há a presença do masculino e do feminino misturados num único ser, eu ando muito influenciado por aquelas teorias conspiratórias de que os deuses são alienígenas, então meio que representei uma deidade hindu segurando os planetas e rodeada por pequenas pirâmides flutuantes (que loucura não?). Sim, eu sei que pirâmides são do Egito, e sim, eu sei que esse é o meu rosto e esse é o meu corte de cabelo. Acontece que eu gosto de me representar como algo superior, algo espacial, algo divino, gosto de achar que sou alguma entidade mitológica encarnada. Simplesmente gosto. Apenas isso.









Mimieux/Fernandes :)

Aguarde...



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Mimieux Entrevista Vol. 4 - Uma Cereja Negra

Todos nós temos aquele amigo "do contra", que faz questão de ir contra tudo e todos, que sempre está contra a maré para provar aos outros que nem tudo precisa ser mesmice e comodismo, que o normal é ser diferente, que a vida não tem necessidade de ser tão chata, e que podemos fazer de cada dia um drama, uma aventura, um suspense, um mistério, uma novela, uma comédia. Eu mesmo sou assim, e por isso me identifico muito com ele. Andrew Oliveira é seu nome de batismo, nacido em Junho de 1994 na cidade de Macapá, mas graças a sua personalidade ampla e multifacetada, acabou aderindo ao pseudônimo Black Cherry, seu lado mais ousado, agressivo, sincero e expressivo! Nos conhecemos em meados de 2009, e hoje em dia fazemos quase tudo juntos: criamos, montamos, escrevemos e moldamos mundos só nossos, dividimos personagens e histórias, onde a criatividade de um termina a do outro começa. Eu que só tive amigas mulheres a minha vida inteira posso dizer com convicção hoje que pela primeira vez tenho um melhor amigo, e é ele. Dono do blog parceiro, "The Pain Of Black Cherry", Andrew lançou seu primeiro livro - Santuário - mais cedo neste ano, e esta semana está partindo em busca de seus sonhos, para fora deste lugar efadonho e claustrofóbico chamado Amapá para ganhar o mundo! Com vocês, nossa Cereja Negra!

Black Cherry diz:
Olá, sou Andrew Oliveira, apesar de quase nunca ser Andrew Oliveira. O Andrew se tornou mais uma parte importante e protegida do espírito que habita este corpo. O Andrew, como reencarnação de uma poderosa bruxa no Egito Antigo, criou vários outras personalidades para se proteger do mundo real que outrora o açoitava, mesmo quando ele ficava apenas como um vegetal observando o seu mundo se desmoronar. Eis que surgiu Pedro Oliver, o primogênito, seguido de Verano, a sombra, e por fim Black Cherry, o maior dos seus pecados. Ainda há Pietro, Alícia, e outros que surgiram em momentos espasmódicos, mas que não tiveram tanta relevância quanto os três primeiros. E é exatamente com estes três que a minha história se divide

Mimieux diz:
ai já vi que eu não vou precisar fazer muitas perguntas!

Black Cherry diz:
adshusdahsdauhdasu nojenta!
Mas, pois sim
Pedro surgiu como a obviedade. Meu primeiro nome deveria se chamar Pedro, mas minha mãe, no seu último mês de gestação, de alguma forma sentiu que esse não deveria ser o meu nome. Mudou para Andrew, mas eis que ele reencarnou, de qualquer forma, o Pedro. Verano veio como um devaneio de 2009, uma vida inventada em sonhos e expectativas, Verano sempre foi a sombra no quarto em um dia nublado, e sempre permaneceu alí, pairado e pensando, refletindo sobre o nada. E Black Cherry, por último, nasceu de uma necessidade desesperada, beirando à morbidez, de ser um escudo de si mesmo. Acabou ferindo mais do que deveria, mas se divertiu e inspirou. Tanto que, com ele, veio Oráculo das Feras
tá, pode começar as perguntas 2rs

Mimieux diz:
Você acredita mesmo que você é a reencarnação de uma bruxa egípcia? se sim, como chegou a essa conclusão, algum tipo de iluminação espiritual ou sonho misterioso que o levou a essa conclusão?

Black Cherry diz:
Bem, primeiramente eu sempre tive um pouco de espírito para a mediunidade. Sabe a sensação de você estar vivendo a vida de outra pessoa, e não a sua? Poisé, começou assim. Sempre quis saber sobre meus ancestrais, minhas origens, tanto que descobri que minha família não só está em Macapá, como está espalhada em Belém, Manaus, Minas Gerais e Portugal, além de origens espanholas e, claro, indígenas. Depois comecei a perceber isso mais com os sonhos. Acho que você, sendo tão cabeça aberta, deve acreditar em projeção astral. Pois então, isso eu tive muito ano passado, e até cheguei a comentar com você que estava com muito medo e pensava que tinha alguma força me perseguindo, além de conversas significativas com certas entidades nesses sonhos que fez a minha casa virar um verdadeiro poltergeist. Descobri logo depois que, quando você faz muita projeção astral, seu corpo "sem espírito" acaba atraindo outras coisas - positivas e negativas. E por último veio a minha capacidade de saber o que as pessoas estão sentindo apenas pelo fato de olhá-las nos olhos, sei quando mentem e quando são sinceras. Quando é um melhor amigo, sei que ele está escondendo alguma coisa de mim, mas isso é muito variável. E sabe, a figura de "bruxa" sempre me chamou a atenção, me enfeitiçou. Bruxas são, em suma, criaturas noturnas que usam de meios sobrenaturais para alcançar seus objetivos. Comumente chamadas de "xamãs" nas eras mais antigas, em aldeias do Egito, do México, enfim. Quando li A Rainha dos Condenados, de Anne Rice, imediatamente me senti ligado pela vida e pela imortalidade de uma das bruxas-vampiras protagonistas, Maharet, irmã gêmea de Mekare. Feiticeiras poderosas muito respeitadas em sua aldeia, mas que tiveram as vidas desgraçadas pela simples curiosidade da rainha egípcia Akasha quanto aos seus poderes. Maharet carrega a sabedoria e Mekare, a força, mas em suma, as duas sentem as mesmas coisas, são uma só. O que Maharet não faz, Mekare tem a coragem para fazer, e vice-versa. Elas são uma metáfora perfeita de Anne Rice quanto às lutas internas do ser humano entre seu espírito e sua sombra, seus demônios internos, suas paixões.
É o que me faz acreditar que sou uma reencarnação de Maharet =)

Mimieux diz:
vamos focar nos seus trabalhos atuais e no seu blog, no seu livro, na sua viagem de mudança e nos seus planos para o futuro
de onde surgiu a ideia de criar o blog?

Black Cherry diz:
Do tédio, haha'. Quer dizer, veio da necessidade de formar uma imagem, de criar um passatempo que me instigasse a fazer mais do que gosto. Era primeiramente um blog apenas para poesias, mas depois vieram as crônicas, as séries, algumas letras de músicas, poesias de outros autores, narrações sobre o meu cotidiano (o que já me causou problemas bem drásticos). Enfim. Eu não queria deixar o que eu criava apenas para mim, sabe? Gostaria que pelo menos algumas pessoas lessem, dessem críticas, admirassem, etc.

Mimieux diz:
E a história atual, que está sendo veiculada periodicamente, Witch Fire, poderia nos fazer um resumo básico dela?

Black Cherry diz:
Witch Fire, assim como o blog, está num hiato pela minha falta de tempo (e pelo meu desespero em tirar 7, 3 na matéria de Física pra passar de ano sem finar na recuperação final). Witch Fire narra a trajetória de Ammaleth, uma bruxa da misteriosa dinastia Coeurcourt, em busca da sua filha sequestrada, a Charlotte, pela sua própria mãe, a impiedosa Mary Donna. Mas a história, além de se quebrar em tempos cronológicos e psicólogicos (como o tempo dos Reinos-Demônios, que é diferente do tempo dos Reinos-Arcanjos, que é diferente do tempo humano...), vai se expandindo pouco a pouco. Em cada capítulo, um novo objetivo é traçado, um novo mistério surge, e um ou outro segredo é revelado. Witch Fire ainda narra também o estopim de uma guerra entre Bruxas Escuras e Bruxas Claras, os dois maiores clãs que existem desde os tempos da primeira bruxa, Eva, que não podendo ter filhos do sexo feminino, despedaçou sua alma e espalhou seus poderes e segredos em equilíbrio para esses dois clãs, ou seja, há coisas que um sabe que o outro não faz ideia.

Mimieux diz:
INCRÍVEL, e de onde veio a inspiração pra tanta magia? Porque ce era meio reservado aos dramas da vida real até um tempo desses né? Quase não escrevia fantasia, e agora está escrevendo como se tivesse feito isso a vida inteira!

Black Cherry diz:
A fantasia na minha vida até então havia sido realmente um desafio, eu não sabia como começar, como desenvolver, eu não sabia nada de fantasia. Pra mim só existia o drama, a beleza em mostrar tanto o lado negro quanto o lado mais claro do ser humano, narrações intimistas e carregadas de poesia, do jeito que sempre gostei. Mas então, em 2010, por influência sua e de outros escritores como Philip Pullman, Anne Rice e C. S. Lewis, além de me sentir preparado para explorar um outro gênero literário, comecei a embarcar na fantasia com Oráculo das Feras, uma das minhas melhores histórias e que, claro, nunca vou esquecer da ajuda que você me deu e das vezes que você me guiava para nada ficar muito desconexo na história. Depois de Oráculo, me senti pronto para caminhar com meus próprios pés na fantasia. Além disso, você pode mesclar o drama nesse gênero, o que me fez ficar ainda mais apaixonado por ele. Por exemplo, o rei Poseidon de Valhala, é cruel do jeito que é por uma infância e adolescência conturbadas com os pais, teve uma vida pobre nos subúrbios mais necessitados da capital,
Cansado disso tudo, foi para o lugar em que ele mais gostava: a praia. E lá ele conheceu as sereias e outros seres aquáticos que o amavam como ele era. Com alguns encantos e rituais, ele entrou em Mãe Oceania e lá se tornou um rei... Enfim.

Mimieux diz:
Hm, entendo, MAS OLHA SÓ VOCÊ TAMBÉM LANÇOU UM LIVRO ESSE ANO, conte - nos sobre Santuário, como ele surgiu e do que se trata!

Black Cherry diz:
Eu não sei se, por pequenas escolhas que fiz, eu lançaria o Santuário hoje, tampouco penso se ele existiria agora. Tudo o que eu fazia antes era escrever na minha agenda, escrever em qualquer papel em branco que eu via, gastar meus cadernos da escola e esgotá-los com poesias e pequenas histórias, de um lugar proibido e silencioso, um lugar onde seres inanimados viveram felizes por pouco tempo, mas que, com o toque do homem, uma bomba ambiciosa, esse lugar se tornou um mar de escrombos e dor. Em resumo, como eu me sentia. Sempre gostei dessa metáfora, " uma cidade destruída ", ela descreve bem o que Santuário quer passar. Mas não é nem de longe meu filho preferido. Eu não gosto do meu primogênito.

Mimieux diz:
Você está se despedindo do Amapá por um tempo ou definitivamente? Belo Horizonte será um novo mundo, um novo começo para você. Quais as suas expectativas com relação a isto?

Black Cherry diz:
Definitivamente com certeza.... Belo Horizonte vai me abrir portas que Macapá jamais me abriu, chances que Macapá nunca me deu... Enfim. Vai ser um pouco difícil me adaptar assim logo de cara, mas acho que, vou estar tão encantado, vou estar tão inspirado que quatro anos vão se passar como quatro dias pra mim, e quando eu der por mim, já estarei lançando Oráculo das Feras nacionalmente... Meus primeiros sonhos são ter um apartamento só pra mim (acho que isso se consolidará na metade de 2012 ou em 2013 mesmo...), me formar em cinema, vender roteiros e trabalhar com fotografia, ter um estúdio (provavelmente dentro do apartamento também, hehe'), e com meu próprio dinheiro patrocinar o Oráculo e enviá-lo para um editora como a Rocco ou a Novo Século, até mesmo a Intrínseca. Enquanto isso, minha narração e descrição já estarão bastante amadurecidas... Espero que dê tudo certo como planejei!

Mimieux diz:
Está viajando para fazer um curso superior de Cinema, o que o levou a escolher este curso?

Black Cherry diz:
Cinema (ou Audiovisual, tanto faz...), tem uma gama de coisas que flerta com a arte que gosto de trabalhar. A começar pela fotografia, depois pelos roteiros (duas coisas que quero trabalhar), além disso, terei experiências bastante relevantes, pelo fato do campus da UNA (que é a universidade para onde eu vou) flertar com Moda, Designer, Artes, etc. Mas acredito que depois que me formar irei à São Paulo fazer um outro curso de fotografia, quero estar bem preparado para a minha primeira exibição *-*

Mimieux diz:
E o blog nesse meio tempo, vai parar? D:

Black Cherry diz:
Sinceramente eu não sei. Acho que não vai não. Eu provavelmente terei mais leitores quando for pra lá (e claro, não vou deixar de indicar o "antonioquem"), então vou continuar postando, mesmo que bem pouco....

Mimieux diz:
Sobre Oráculo das Feras - que tem eu digníssimo assinando a co-autoria - quantos livros você pretende fazer?

Black Cherry diz:
Da primeira parte, uns quatro livros, da primeira saga, no caso.
A primeira parte, como já esteve no blog, se centra mais nos objetivos das personagens. A segunda começa a guerra. A terceira será a guerra. E a quarta não vou revelar...

Mimieux diz:
SEGREDINHOX rsrsrrssssssss

Black Cherry diz:
Tenho muitos planos pra Oráculo
levarei anos, talvez décadas, para terminá-lo
um deles terá Lilith na capa do segundo livro. Lilith é o destaque desse volume, sem dúvidas. Ele engana, mente, destrói, mas tudo por amor aos seus irmãos e ao mundo que ele ajudou a construir

Mimieux diz:
Mas, vem cá, Oráculo vai ser baseado na série original que está no blog, que aliás parou em sua segunda parte, ELA VAI TER CONTINUAÇÃO NA INTERNET?

Black Cherry diz:
Provavelmente não. Oráculo está em outro patamar agora. Estou fazendo igual a Anne Rice, me enclausurando no meu quarto e só revelando o que eu escrevi nas vésperas do lançamento. E também porque tenho medo de roubarem minha ideia... Bem, é uma grande ideia, sabe? A gente não tem grandes ideias todo dia...

Mimieux diz:
Lilith vai estar na capa de qual volume? Do segundo?

Black Cherry diz:
Sim, rs

Mimieux diz:
Pra quem não sabe - ou morre de preguiça de ler os outros posts deste blog. - Lilith é meu alter-ego, um personagem que criei para a peça Canavarlar, O Baile dos Monstros, e que cedi gentilmente ao meu querido Andrew para usá-lo em sua saga junto de outros também, como a linda Akasha e a perigosa Pandora, e em parte Corona Solaris, que eu criei o nome e você criou personalidade e aparência!

Black Cherry diz:
Sim, sim. Corona Solaris está fazendo uma participação especial em Witch Fire também. Ele está encarnado como Huracán, um deus terrestre que tem pacto com a bruxa Carlotta.

Mimieux diz:
NO CASO ELE É CHAMADO DE HURACÁN NO MUNDO EM QUE WITCH FIRE SE PASSA NÉ?
AI AMO ESSAS COISAS

Black Cherry diz:
Sim, sim
Witch Fire deveria se passar na Idade Média, só que com o passar do tempo ficou uma Idade Média alternativa amo'

Mimieux diz:
Sabe o que eu fiquei pensando?
Que quando fosse lançamento de Oráculo das Feras poderia ter sessão de autógrafos dupla, as pessoas levariam pra casa um autografo meu e seu na primeira pagina magina que lindo.

Black Cherry diz:
É verdade *--*
seria lindo

Mimieux diz:
E NÓS PODERÍAMOS DECORAR O SALÃO COM PLANETAS E ESTRELAS
E CONTRATAR MOÇAS VESTIDAS DE NINFAS
PRA SERVIR VINHO E UVAS
Mas elas teriam que ser ruivas que nem a Florence!

Black Cherry diz:
as músicas da trilha sonora original recebendo os convidados
dasgusdahsdauhsadusdahusdahsdau
É
Ruivas muito lindas
E nós usando sobretudos McQueen
Amo demais!

Mimieux diz:
AMOOOOOOOOOO
Ai, desviamos da entrevista
Mas vamos pra descontração agora
Falando em música, seus artistas favoritos
EMBORA EU JÁ SAIBA QUAIS SÃO
E sua música favorita

Black Cherry diz:
Bem, meus artistas favoritos são Björk, Florence + The Machine, Goldfrapp, iamamiwhoami, Emilie Simon, Placebo, Robyn, Lykke Li, Fever Ray, Hooverphonic... Enfim, esses são os principais, os outros são como os "subs", mas eu os amo igualmente. De música favorita eu tenho muitas, mas citando a mais especial: "Unison", da Björk, ela sempre fez parte da minha vida como se fosse a minha trilha sonora...

Mimieux diz:
Cinema: seus filmes favoritos, seus diretores...

Black Cherry diz:
Ahhh, Bernardo Bertolucci, Lars Von Trier, Hayao Miyazaki, Quentin Tarantino, Rob Marshall, Cristophe Honoré, Michel Gondry, Victor Fleming, Sam Mendes e Alan Ball. Conhecendo as obras desses diretores, você conhece os filmes que eu mais amo =)

Mimieux diz:
E livros? Já foram citados os autores mais lá em cima, mas e os livros?

Black Cherry diz:
Nossa... De livros tenho tantos, tantos, tantos... Mas citando os principais: A Menina Que Roubava Livros, O Vampiro Lestat, O Vampiro Armand, Dezesseis Luas, Série House of Night, A Hora das Bruxas, A Bússola de Ouro (o qual eu acho melhor que A Faca Sutil, apesar de muitos dizerem o contrário), Série Harry Potter, A Cinza das Horas, O Leitor, As Crônicas de Nárnia, Chore Para O Céu... Enfim né.

Mimieux diz:
Gastronomia!
Prato & sobremesa favoritos!

Black Cherry diz:
sadhudsahsdauhsudsahusda'
bem...
Strogonoff, lasanha, pizzas, salada de cogumelos, salada de batatas 'delícia', filé recheado com queijo... De doces: Charlotte, torta alemã, chocolates, todas essas delícias que ferram a nossa cara de espinhas e nos deixam mais gordos que a santa D. kkk


Mimieux diz:
AH, E AS BEBIDAS FAVORITAS?

Black Cherry diz:
de bebidas: gosto de vinho doce e espumoso, vodka raramente, suco de acerola, de maracujá e de cupuaçú (macapaense -oi). Enfim, de refrigerante só Guaraná Antárctica mesmo, a dita Coca-Cola é só pra se socializar...

Mimieux diz:
O ano está acabando, quais suas expectativas pra 2012? ESPERA QUE O MUNDO REALMENTE ACABE?

Black Cherry diz:
dashusdahudsahsdau', nããão! Agora que eu iria ficar famoso? Eu bem que gostaria, sabe... Seria divertido jogar certas pessoas como isca pra zumbi... Mas tenho tantos planos, tantos anos, tantos livros pra lançar... Espero que, o que quer que aconteça em 2012, seja uma coisa bem amena como Jesus descer do céu e essas baboseiras que a Igreja ensina pros seus carneirinhos... Mas se Jesus for gostoso, Black Cherry já irá atacá-lo, né ;9

Mimieux diz:
ASJKDLSADALSÇDSALÇDASLÇJDAÇLSD ISSO É HERESIA SABIA? KKKKKKKKKKK

Black Cherry diz:
hsadusdhausah', nem é
Quem pode afirmar que Jesus era virgem? Aliás, quem pode afirmar que Jesus era hétero?
Era inteligente e cabeça-aberta demais pra ser hétero... Será que ninguém nunca percebeu isso?

Mimieux diz:
ASDLKASJDLKÇASDLAÇSDLKÇASDKÇL GENTE VOCE TA DIZENDO QUE JESUS ERA GAY?
SARAVÁ!
Esse é o Black Cherry que eu conheço, cheio de polêmicas!
Acho que depois dessa nós COM CERTEZA encerramos né?!
Parabéns titio Black Cherry, até a outra vida! LAKSDLÇSADLÇSDAJ


"All the world in one grain of sand
And I've blown it
All my world in one grain of sand
And you own it"


- Black Cherry, Goldfrapp











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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Marry The Night





Poucas vezes entendi tão bem o que um artista pretendeu passar com algum trabalho seu, tanto visual quanto musical (no caso, é visual e musical ao mesmo tempo o que temos em mãos), poucas vezes me identifiquei tanto com algum videoclipe, poucas vezes me senti tão tocado por alguma coisa que venha de qualquer artista. Principalmente estes que dominam o topo dos charts musicais com seu pop cheio de controvérsias.

Talvez eu me sinta assim por estar passando por um momento complicado da minha vida, momento pelo qual visivelmente Gaga também passou, de uma forma muito mais intensa, como vemos em seu novo vídeo, Marry The Night. Todo artista, em algum momento da sua carreira também já passou por isso, com certeza. Aquele momento em que você se sente um lixo, incompreendido, desvalorizado, inutilizado, um nada, momento precedido por tantas expectativas de um futuro brilhante, de sucesso e fama repentinos, de melhora na condição financeira. E aí a vida vem e lhe dá um tapa no meio da face, pra você aprender que não se deve ficar esperando muita coisa do futuro.

Stefani Joane Angelina Germanotta, antes de se tornar Lady Gaga também passou por tudo isso, um momento em que todos deixaram de acreditar nela, no potencial dela, onde ela se viu na lama, desamparada e sem ninguém, onde teve de juntar forças de si mesma para se recuperar sozinha. Posso dizer que só não estou neste mesmo momento porque tenho amigos e família para me dar apoio, e ela nem isso tinha. Mas isso não quer dizer que eu me sinta menos magoado pelo fracasso de vendas que meu livro está sendo, pela falta de valorização no meu trabalho. Eu me sinto tão demitido quanto Lady Gaga foi dispensada pela DefJam Records, gravadora qual eu tenho certeza, se arrepende muito hoje ao ver a coisa meteórica em que ela se transformou.

E aí eu fico me perguntando: será que um dia as pessoas desse lugar vão se arrepender de não terem me valorizado, de terem me ignorado quando me verem brilhando lá no topo mais do que nunca antes outra estrela brilhou? Será que ficarão tristes por não terem explorado meu potencial e aproveitado enquanto eu ainda estava aqui?

A parte do vídeo que mais me tocou foi, com certeza, a em que ela está sentada aos pés das outras bailarinas que estão de cabeça erguida enquanto ela tenta se levantar, tenta alcançá-las, tenta equiparar-se a elas, e sofre por não conseguir, por estar lá embaixo se esforçando ao máximo, sem progresso algum, sem resultados, sem sucesso. Eu me vi ali, me enxerguei muito ali, e isso me doeu bastante, aqui fundo. Como eu disse a um amigo: "é triste, muito triste você ver todo mundo se dando bem enquanto você tá ali na merda vendo a vida passar, você tem um talento e luta para que as pessoas valorizem você e reconheçam seu trabalho , e elas estão cagando e andando pra você, só querem saber de dinheiro (...)".

E assim, Marry The Night se torna o meu video favorito, por eu me enxergar ali como jamais me enxerguei em nenhum outro lugar. Agradeço a Deus (ou seja lá quem for que estiver olhando por mim e cuidando de mim) por ter a família e os amigos que eu tenho, principalmente a Mãe que eu tenho, de outra forma tenho certeza que teria passado por muito mais sofrimento do que pelo qual estou passando no momento, que nada se compara a você se afundar nas drogas e no álcool procurando afogar as mágoas a ponto de ir parar numa clínica de recuperação. Teria passado pelo mesmo sofrimento pelo qual a garota Stefani passou, antes de se tornar enfim, Lady Gaga.




Antonio Fernandes




terça-feira, 29 de novembro de 2011

I Am



I am temperamental and
I have imperfections and
I am emotional
I am unpredictable
I am naked
I am vulnerable
I am... human














(I Am - por Christina Aguilera, modificada)

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Aguarde...



Δ


The Big Machine Keeps Rolling On! - HQ & Mangá: A Origem Nos Quadrinhos

The Big Machine teve raízes em muitas coisas: filmes, músicas, videoclipes e, é claro, quadrinhos. Meu universo de inspirações é vasto, e as homenagens contidas na saga de TBM são inúmeras, vemos referências à cultura popular e aos clássicos a cada pulo, de uma linha à outra. Hoje, você fica com o especial quadrinhos, onde irá descobrir as origens de armas, uniformes e até mesmo ambientação e narrativa!


WITCHBLADE




Meu primeiro contato com a história da policial Sara Pezzini que entra em contato com uma "luva" misteriosa tornando-se a portadora deste objeto mágico de origens ancestrais e misteriosas foi na TV à cabo, ainda criança, quando procurava me distrair enquanto o seriado Charmed não começava. Achei a história interessante e comecei a acompanhá-la esporadicamente, até que então cancelaram o serviço e eu nunca mais assisti... Criada por Marc Silvestri, David Wohl, Brian Haberlin e Michael Turner em 1995 pela Top Cow estúdios, a história da lâmina mística e mortal serviu de inspiração para criar a minha pseudo-Witchblade, afinal de contas, o portador da Witchblade em The Big Machine não é uma mulher, e a Witchblade original somente pode ser usada por poderosas guerreiras e combatentes de coração puro e justo (isto acontece em The Big Machine 2, quando Maxine herda a Witchblade de seu avô), sendo usada por inúmeras ilustres figuras femininas ao longo da história. A arma, ao entrar em contato com o corpo entra imediatamente em simbiose com o seu hospedeiro, tornando-se imediatamente parte dele, sua segunda pele, sua segunda alma.

As origens do Witchblade estão envoltas em mito e especulação, obscurecidos pelo véu dos tempos: de onde ela veio? Nenhum mortal que a examinou prolongadamente viveu para contar, mas aqueles que tiveram a oportunidade de examinar a peça, dizem ser feito de um metal sintetizado, de algum elemento não identificado com os materiais terrestres. Outros dizem que a lâmina foi forjada indubitavelmente de um tipo de ferro encontrado nas armas persas, no Irã antigo. Em Avesta, o livro de oração do Zorastrus, escrito em persa antigo, um tipo de ferro-liga, similar àquele da lâmina, é mencionado. "Misture ferro com o sol do ouro. Poderia o ouro ligado ou o adulterado para ser (...) Atear fogo-branco e refrigerado no sangue vinho-escuro, É assim que nasce a lâmina sedenta, nunca dupla." Mas esta teoria foi questionada por eruditos do Vaticano nos anos 30, que encontraram o trabalho do projeto no bracelete no uso do ferro na região persa anterior a 1000 anos. Há uma grande (enorme) diferença entre as origens da Witchblade na série televisiva e nos quadrinhos, mas isto cabe a vocês descobrirem, não sou eu que vou estragar a surpresa!

GANTZ

Gantz é uma série de mangá escrita por Hiroya Oku, e serializada na revista Young Jump, contando a história do adolescente de 16 anos, Kei Kurono que morre atropelado pelo metrô junto de um amigo, Masaru Katou. Após isso os dois são transportados para uma sala para participar de um jogo sanguinário, violento e competitivo, comandado por uma "esfera negra" chamada Gantz, esta por sua vez toca uma música e passa a missão: matar Alienígenas. Mostra o arsenal de armas e o uniforme de cada um, sua missão é sobreviver ao jogo e matar os aliens indicados dentro do tempo estipulado. A história se desenvolve de modo surpreendente, inesperado, o crescimento das personagens é algo marcante. Com a convivência da morte eles mudam seu modo de pensar. Quase todos têm traumas horríveis, porém com as lutas de Gantz eles aprendem a vencer as adversidades, ficando mais decididos e fortes. A trama vai mostrando os combates dos Caçadores contra a possível ameaça dos Alienígenas no mundo contemporâneo.


A narrativa concentra-se nos acontecimentos antes e após as missões, mostrando como os Caçadores vivem seu cotidiano carregando esse fardo, mantendo seu segredo longe de qualquer um. Suas influências podem ser vistas no modo objetivo como "The Big Machine 3 - Apocalipse" é narrado, repleto de cenas de ação e luta do começo ao fim, fora os trajes utilizados pelos generais inimigos possuidores do mesmo sistema dos trajes de Gantz: um estranho mecanismo capaz de dobrar a força de um ser humano normal para a de dez homens ou mais. Os trajes dos Apocalípticos também são baseados neles, com total ausência do tal mecanismo. As cores diferenciam os dois "times" em TBM3, os discípulos de Alberta Veronese possuem trajes brancos, e os seguidores de Christopher Umbrella, pretos. A ambientação da história e os sentimentos de angústia, caos, morte e desordem social total que vemos em The Big Machine 3 foi totalmente inspirado na "last phase" de Gantz, que ainda está em curso no mangá até hoje, embora o anime já tenha terminado.


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NA PRÓXIMA SEMANA: CIÊNCIA - É POSSÍVEL?!


VIAGENS NO TEMPO?


BURACOS DE MINHOCA?


REALIDADES ALTERNATIVAS?


AGUARDE!







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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

The Big Machine Keeps Rolling On! - Moda: As Ruas de Neon City

Quem leu The Big Machine 2 sabe muito bem porquê existe uma postagem especial dedicada à moda nas ruas de Neon City. A descrição por várias vezes gira em torno dos figurinos extravagantes das protagonistas, em especial Gabrielle, neta de Pietro Heinrich.

Nós podemos ver o espelho deste futuro na semente que está sendo plantada hoje: com o passar dos anos, o circuito de moda internacional vem deixando o visual "sóbrio & discreto" de lado para dar lugar ao "elegante & extravagante". Muitas marcas famosas são responsáveis por esta reviravolta no conceito de se vestir, uma delas é a McQueen, cuja característica principal são os modelitos quase alienígenas, imperiais, há quem diga que Alexander fazia roupas para deuses, e não homens. Sejá lá quem for o autor desta frase, tem toda a razão! No futuro onde se passa The Big Machine 2, mais precisamente as ruas de Neon City e seus clubes noturnos, nós vemos a grande maioria dos jovens vestidos em semi-alegorias, abusando do aerodinamismo, do prateado, do dourado, do rosa, do violeta, do turquesa.

Jaquetas de couro com ombreiras cheias de espinhos, correntes e laços perdendo-se em meio a triângulos e caveiras, batons e esmaltes que brilham no escuro, botas de couro emborrachado, luvas cheias de tachões e alargadores cintilantes brincam numa mistura de estilos e influências que foram implantadas pela mídia da nossa época, refletindo nas gerações futuras. Se você quer mesmo saber a verdade, as ruas de Neon City parecem um revival tecnológico dos anos 80! Tecidos artificiais holográficos imitam galáxias e peles de animais, e as moças já podem ter sua própria máquina de pintura de unhas em casa! Isso porque eu nem falei dos penteados! Fantasia do presente ou realidade do futuro? Confira agora alguns modelitos na minha Galeria Futurística, onde o clássico flerta com o alternativo!


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DIA 28: MANGÁ & HQ: A ORIGEM NOS QUADRINHOS!



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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

The Big Machine Keeps Rolling On! - Música: A Trilha Sonora!


Como toda boa história, The Big Machine também teve sua trilha sonora! Ao final de cada episódio da saga (exceto o primeiro), eu postei uma pequena lista de músicas que me ajudaram a escrever e fomentaram a minha imaginação no momento de criação! No geral (praticamente 100%) a trilha sonora é composta exclusivamente por música eletrônica, tendo em vista o óbvio apelo "futurístico" e "tecnológico" que este gênero musical - quando bem trabalhado - nos passa. Quando digo música eletrônica, me refiro à música trabalhada em estúdio minuciosamente por profissionais do ramo especializados em experimentalismo e "estudados" no ramo, não qualquer DJ farofa que pinta todo dia nas paradas de sucesse (vide Jovem Pan). De qualquer maneira, a matriarca da série - tendo Pedro como patriarca e eu como barriga de aluguel ou "cérebro" se preferirem - foi Emilie Simon e seu inovador álbum homônimo à minha saga. Foi em homenagem ao album que baseei a saga conceituada por Pedro, meu amigo, mas Emilie não foi a única a inspirar as sequências de ação da série! Outras artistas e bandas me acompanharam nessa aventura, então seja bem vindo ao especial Música de 3 anos da saga!

EMILIE SIMON


"Are you gonna be the same
When they make you change your name?"

- Rainbow

Émilie Simon é filha de um engenheiro sonoro, e cresceu em Montpellier, na França. Ela estudou canto de letras em Conservatoire por sete anos antes de estudar músicas antigas em Sorbonne e, mais tarde, música na IRCAM; ela tentou tocar Jazz e depois Rock, até que finalmente resolveu por tocar música eletrônica. Ela concluiu os seus estudos, obtendo o DEA em música contemporânea. Emilie compôs e cantou todos os seus álbuns, também possui conhecimentos com equipamentos de gravação, frequentemente dando um toque pessoal nas músicas e na produção. Ela programa e edita os efeitos sonoros na maioria de suas músicas. O seu casamento com John Santiago era um segredo até Agosto de 2007. Émilie Simon continua expandindo sua fama pela nação, e pelo mundo! Seu album "The Big Machine" de 2009 foi adotado como trilha sonora da história homônima por mim!




LA ROUX

"Old fascinations we crave
New sensations"



-Fascination


La Roux é um duo inglês de synthpop, formado pela cantora e compositora Elly Jackson e o co-escritor e co-produtor Ben Langmaid. Lançaram o primeiro single em 2008, Quicksand, pela gravadora Kitsuné Music. O segundo single In For The Kill (Polydor) alcançou o 2º lugar no Uk Single Chart e 9º no Eurochart em 2009, ganhando reconhecimento por toda Europa. Em julho de 2009 o terceiro single Bulletproof foi lançado e estreou em 1º lugar no Uk Single Chart, uma semana depois o primeiro album La Roux foi lançado e estreou em 2º lugar no UK Album Chart. A música "Fascination" do debut deles foi eleita o tema oficial de The Big Machine 2, apenas escute e você saberá porquê!




LITTLE BOOTS


"There's no heart breaks
Love over takes"

-No Breaks

Victoria Christina Hesketh (Blackpool, 4 de maio de 1984), conhecida pelo seu nome artístico Little Boots, é uma cantora e compositora de electropop britânica. Influenciada por aulas de piano, começou a tocar numa banda chamada Dead Disco, e depois de alguns lançamentos seguiu em carreira solo. Ganhou o torneio de eleição BBC Sound of Music 2009, antes mesmo de seu álbum de estreia, Hands, ser lançado, tendo grande atenção da mídia. Seu nome artístico é um apelido dado pelo seu amigo, que depois de assistir ao filme Caligola, que tinha também como apelido “Little Boots” (em português: pequenas botas), mas na verdade é uma referência ao seus pés pequenos. Para quem não lembra, a pequena Vickie já esteve no blog antes na antiga versão do Cale a Boca e Escute com "Not Now", hoje ela vem representando os momentos mais sensíveis da saga com "No Breaks".







GOLDFRAPP


"I get high on a buzz
Then a rush when I'm plugged in you"

- Strict Machine


Goldfrapp é um grupo britânico de música electronica, conhecidos pelo visual teatral e pelas contribuições para a popularização da música electronica.
O grupo foi formado em 1999 em Londres, Inglaterra, e tem como integrantes Alison Goldfrapp (vocais/sintetizadores) e Will Gregory (sintetizadores). Seu último álbum, Head First, foi lançado em 2010. O álbum contém elementos de pop, e muita nostalgia com músicas que remetem aos anos 80. O álbum rendeu 2 indicações ao Grammy: Best Dance Recording por “Rocket”, e Best electronic/dance Album. E ainda consagrou mais sucessos, como “Rocket” e “Alive”. Atualmente a banda disse que está trabalhando num possível “Greatest Hits” e boatos afirmam que Alison não sai do estúdio! Como tema principal da primeira fase de The Big Machine 3 - Apocalipse temos "Strict Machine", uma música que - segundo algumas análises - trata-se da paixão de uma mulher pelo seu vibrador (?) mas eu prefiro interpretar como o caso de amor e ódio do ser humano em geral para com a tecnologia. Alison e Will já estiveram aqui no blog também, na antiga versão de Cale a Boca e Escute como Little Boots.




ROBYN


"And I never was smart with love
I let the bad ones in and the good ones go"

-Insdestructible


Robin Miriam Carlsson, mais conhecida por seu nome artístico Robyn, Suécia (12 de junho de 1979), é uma cantora e compositora pop sueca bastante conhecida em seu país. Começou a carreira musical em 1991, e em 2010 lançou o primeiro álbum de uma trilogia chamada Body Talk em junho, tornando-se o #1. Esse é o seu primeiro álbum depois de "Robyn", de 2007. O single líder do álbum, “Dancing on My Own”, foi liberado poucas semanas antes da liberação do álbum e tornou-se o número um mundial, trazendo para Robyn o 53º Grammy Award por Melhor Gravação Dance. Seguindo, Body Talk Pt. 2 foi liberado em 6 de setembro e o último álbum da trilogia Body Talk, foi liberado em 22 de novembro de 2010, com o primeiro single “Indestructible”, a música tema da segunda fase de TBM3 - Apocalipse. Robyn como uma das minhas cantoras favoritas tem seu próprio artigo no blog e um post com letra e tradução como as duas últimas acima.





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ACOMPANHEO ESPECIAL DE ANIVERSÁRIO DE THE BIG MACHINE!

DIA 26: MODA - AS RUAS DE NEON CITY!





Ondulações




Às vezes há momentos em minha vida que eu pareço estar totalmente alheio à realidade, é como se as coisas ao meu redor não me afetassem, mesmo eu sabendo que elas podem ser como bombas nucleares destruindo os fragéis muros que eu construí ao meu redor. É incrível, parece que cortaram todas as ligações entre meu sistema nervoso. Por mais terrível que o momento pareça, por mais carente que eu me sinta, isso já não parece mais tão importante como antes.
É a sensação estranha de estar flutuando acima das pessoas, vendo as coisas acontecerem, nós se apertarem e laços complicados se desenrolarem, engrenagens dando voltas e voltas num ciclo sem fim, tudo me afetando e ao mesmo tempo não tendo importância alguma, embora eu saiba que mais cedo ou mais tarde isso causará um desastre.
Pessoas, elas são estranhas. Talvez por elas terem uma coisa que eu não tenha: elas fazem sentido, suas existências fazem sentido. O seres humanos e a sua existência... Uma existência é como uma pedra atirada num lago, ela causa ondas, ela causa ondulações na superfície, e a minha existência não parece causar esse tipo de comportamento na vida. As coisas fazem sentido para as pessoas, mas para mim nada faz sentido, tudo está errado o tempo inteiro, e isso me deixa louco.
Talvez seja isso. Talvez eu seja louco.





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Antonio Fernandes

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

The Big Machine Keeps Rolling On! - Cinema: As Inspirações

Como todas os grandes artistas, eu tenho minhas próprias inspirações, e como toda grande história, The Big Machine também tem a sua base, suas raízes em obras que vieram posteriormente a ela. Eu como grande fã de ficção científica e afins não poderia deixar os clássicos de fora de um especial de aniversário como este! Afinal, eles vieram antes, e pelas semelhanças explícitas possuem merecido crédito! Então vamos lá, ao especial CINEMA do mês de aniversário de The Big Machine!

TERMINATOR

Ou, indo pelo título brasileiro "O Exterminador do Futuro", é uma inspiração mais do que óbvia, Futuro distópico? Guerras robóticas? Viagens no tempo? Máquinas assassinas? Este é o filme-pai de tudo o que surgiu a respeito do tema futuramente! No primeiro longa, um cyborg (androide cujo esqueleto é recoberto por tecido vivo) com inteligência artificial, designado Cyberdyne Systems Model 101 - 800 Series Terminator (interpretado por Arnold Schwarzenegger), é transportado no tempo, de 2029 até ao dia 12 de maio de 1984, com o objetivo de alterar o curso da História e consequentemente, o futuro (Carminha mandou um beijo!). No futuro, um super computador chamado Skynet será criado para toda a rede de defesa americana, porém sairá de controle e irá considerar todos os humanos uma ameaça, então irá roubar todos os códigos de lançamento de todas as bombas nucleares dos EUA e lançá-las contra alvos Russos, provocando uma guerra nuclear. A obra criada por James Cameron rendeu uma série de quatro filmes que giram em torno da história de John Connor, aquele que no futuro distópico lidera a resistência contra as máquinas rebeladas.

BACK TO THE FUTURE


A segunda inspiração principal para The Big Machine foi "Back To The Future", ou "De Volta Para o Futuro" no título brasileiro, a influência desta série foi tão grande na minha história que em "The Big Machine 3 - Apocalipse" vemos o DeLorean sendo usado pelos Apocalípticos para atravessar o tempo-espaço e alcançar a dimensão onde Saturno Revenge e sua trupe lideram a resistência contra Carminha Parafuso! No filme, Marty McFly é o típico adolescente norte-americano dos anos 80, que é enviado de volta no tempo, para 1955, por uma invenção (o DeLorean) do excêntrico Dr. Brown. Enquanto estiver no passado, Marty deve tomar cuidado para não interferir em nada, para que o futuro não seja alterado. Porém, sua futura mãe acaba se apaixonando por ele, e as coisas começam a dar errado. A saga criada por Robert Zemeckis e Bob Gale rendeu mais três filmes e é considerada um clássico do gênero!


MAD MAX

De 1979, Mad Max não só inspirou o futuro desértico onde se passa The Big Machine 2 como o período anterior a ele, antes da raça humana voltar a se reerguer com a ajuda do supercomputador ESFERA, possuidor de um cérebro metade homem metade máquina. Há pequenas citações ao longo deste episódio da saga falando sobre um período em que as pessoas viviam soltas no deserto, nômades em grandes caravanas, lutando por água, combustível e alimento: o futuro distópico de Mad Max inspirou isto. A história original de The Big Machine 2 originalmente deveria se passar toda no deserto! Dirigido por George Miller, em um futuro não muito distante e pós apocalíptico a disputa pelo petróleo acabou gerando uma guerra entre as potências mundiais de proporções catastróficas, as cidades entraram em colapso e o planeta se tornou uma terra deserta e sem lei, o deserto australiano vive dias de caos onde gangues de motociclistas disputam o poder e aterrorizam a população por um pouco de gasolina. Em meio a essa guerra, Max Rockatansky (Mel Gibson), um policial que perde de forma trágica seu parceiro percebe ter que se preparar para proteger não somente a sua família, mas também a si mesmo. Mais um clássico da ação de da ficção científica!



NEON CITY

Precisa dizer alguma coisa? O nome já diz tudo! De Monte Markham, no ano de 2053, a humanidade conseguiu destruir as condições de vida no planeta através do descaso com o meio ambiente e a poluição. A chuva ácida e as radiações solares atinjiram um nível em que toda a vida esta ameaçada. Devido a essas condições surgiram os mutantes que, vagam pela paisagem desolada em busca de presas para sua ânsia assassina. Em meio a esse pesadelo, um grupo de sobreviventes forma um comboio para tentar alcançar um local onde ainda reina a paz e segurança chamado de Neon City. Na busca por esse refúgio terão de lutar contra os mutantes, sempre atentos à novas vítimas e, o meio ambiente hostil que não perdoa o menor descuido. Acredito que a sinopse e o título do filme já revelaram muito do que eu iria falar. Acabei descobrindo a existência desse filme um tempo depois que escrevi TBM2, e assisti alguns pedaços dele no YouTube em inglês, ele é pouco conhecido, mas a história é bem interessante, e inspirou o recanto de segurança da humanidade em meio ao deserto do caos, Neon City.


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DIA 23: MÚSICA - A TRILHA SONORA!


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