Bem vindos à minha fábrica de sonhos!
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segunda-feira, 23 de julho de 2012

Por Quê Não Acredito em Céu e Inferno



Antes de dar início a esse texto eu passei os quarenta minutos inteiros do meu banho pensando se deveria ou não começá-lo. Uma vez que a primeira linha é escrita não se pode voltar atrás, você deve ir até o final custe o que custar, mesmo que demore alguns anos para que a ideia atinja a forma exata de perfeição que foi vislumbrada no momento em que a concebeu. Mas o que vem por aí é muito mais do que uma ideia, é algo muito pessoal, particular e profundo, algo que por algum motivo ainda não explicado, decidi compartilhar com vocês, aqueles que têm paciência e mente aberta (e disposição) para encarar textos grandes e opiniões um tanto... Fora do convencional.

Por isso devo avisá-lo, leitor: se você não possui a mente aberta o suficiente para filosofias um tanto contrárias e ainda em fase de transformação, fundamentação e solidificação, NÃO SIGA ADIANTE. Feche a janela e vá ler alguma coisa mais simples e agradável, porque o que será dito aqui pode desagradar muitos fundamentalistas, pessoas de mente fechada e... religiosos em geral. Mas entendam desde já que não pretendo montar algo revolucionário ou contaminar as pessoas com a minha opinião e fazê-las engolir aquilo que penso, meu objetivo é apenas compartilhar, fazer os “aprendizes” como eu, pensarem um pouco no mundo que os rodeia.

Acontece que hoje, mais cedo, fui abordado por uma pessoa que me fez pensar. E eu adoro pessoas que me fazem pensar, elas me questionam e pressionam suas adagas furiosas contra a garganta do meu consciente de modo a incentivá-lo a sobreviver, a lutar para manter-se em constante evolução, crescimento e amadurecimento. Faz algum tempo que deixei de seguir valores e conduta cristãos, deixei de acreditar em santos e em uma única força toda poderosa, em um livro onde toda a verdade da vida está escrito e em coisas do tipo. Decidi iniciar uma jornada em busca de algo que não encontrei em nenhuma das religiões que cruzaram meu caminho, algo que nem eu sei explicar (devido ainda estar em busca disso), e essa jornada me levou à vertentes de pensamento que eu jamais imaginaria atingir seguindo quaisquer dos dogmas e “leis” das religiões que encontrei no caminho. O que mais se “aproxima” do que creio hoje em dia é o paganismo em geral, as religiões antigas, dos primeiros homens.

“Se você não acredita em Céu e Inferno, pra onde você acha que a gente vai quando morre, pro digimundo?” ele me perguntou. E eu lhe disse que aquilo que não vejo e não sinto não faz sentido pra mim. Ele me aconselhou a ter filhos e eu fiquei me perguntando o que isso queria dizer, até que me fez o favor de explicar que só assim eu poderia compreender a existência de um Deus.

OH, WAIT.

Eu não havia dito em nenhum momento que não acreditava em um deus. Só disse não crer no conceito de um Céu/Inferno, ou seja, ele tomou a crença num ser superior resumida por crer em seguir caminho para planos diferentes após a morte, o que são duas coisas totalmente diferentes. Aí então fiz questão de dizer que não acredito em deus da mesma forma que ele, mas acredito em uma força superior. Ou melhor dizendo, em forças. Não obtive respostas a partir de então, fui então ao banho e me pus a pensar. Pensar em coisas que eu já não pensava havia algum tempo.

Ora, o conceito de Céu e Inferno existe porque os humanos criaram a ideia de “Bem” e “Mal”, ideia que já abandonei tem aproximadamente três anos. Se você fizer o Bem e somente o Bem, seguir todas as regras e ser obediente, terá seu lugar reservado no Paraíso. Mas se você praticar o mal, estará imediatamente sujeito às torturas medievais brutais do Inferno, com direito a lagos de fogo, desertos escaldantes e coisas do gênero.

Mas aí é que está o problema: não há pessoas completamente boas ou completamente más. Todos têm a sua parcela de Bem e Mal feita ao longo dos anos. Mas a crença comum diz que àqueles que praticaram o Mal e se virem arrependidos, há uma chance de voltar atrás e ser perdoado. Mas perdoado exatamente do quê se não o Mal propriamente dito não existe? Vejam um exemplo básico de como isso funciona:

Uma mulher mata seu marido.

Segundo a crença comum, é pecado matar, mas ela se viu sem saída após sofrer de violência doméstica durante um período tortuoso de tempo. Para o marido e a família do marido a mulher é uma assassina, ela fez o Mal a ele, ela o matou, logo merece punição. Mas se você olhar pelo lado dela, vai ver que ela fez um Bem a si mesma e ao mundo tirando de circulação o crápula. Não é certo matar, em hipótese alguma, mas aquilo foi necessário no momento para que quem acabasse num caixão não fosse a própria.

Outro exemplo comum e bem mais simples:

Duas garotas num colégio são amigas e convivem bem, com um pequeno “porém”: as duas gostam do mesmo rapaz. A primeira consegue a atenção do seu objeto de desejo e uma relação começa a ser construída, a segunda observa tudo aquilo calada, mas indignada. Supomos aqui que ela conhecia o rapaz primeiro, supomos aqui que ele seja seu amigo de infância e ela já fosse apaixonada por ele há algum tempo. Supomos aqui então que “no papo” ela consiga levá-lo até onde o necessita e algo concreto acontece entre eles, como um beijo ou uma sessão de sexo, tanto faz. Ela alcançou seu objetivo! Ela está feliz! Mas e a outra amiga? E quando ela descobrir? Será que ela vai achar que a outra tinha mais direitos que ela só porque conhecia o rapaz antes? Será que ela achará justo?

Você consegue enxergar o que eu enxergo? É tudo muito relativo. O Bem para você pode ser o meu Mal e vice-versa. Por egoísmo ou não, por justiça ou não, há sempre dois lados de uma mesma moeda, duas vertentes de um rio, duas páginas completamente diferentes de uma mesma história. Se você pensar com clareza e procurar mais exemplos parecidos com estes vai ver o que eu consigo enxergar. Ninguém é “Bom” ou “Mal” por completo, há pessoas e conflitos de interesse, e os meios pelos quais atingir estes objetivos finais.

Logo não há necessidade de um Céu ou de um Inferno, aonde as pessoas vão para receber a Graça Eterna por terem sido “completamente bons” a vida inteira ou receber a Danação Eterna por não terem abdicado dos seus objetivos e terem feito de tudo para alcançá-los, mesmo que aos olhos dos outro os meios pareçam errados e sujos. Mas quem define o que é errado e sujo? Onde isso surgiu e por que surgiu? Há quem diga que fazer o Bem é se sacrificar. É por em jogo tudo aquilo que lhe importa e abdicar de tudo isso pelo Bem do próximo. Sim, de certo modo a sensação de levantar da primeira cadeira do ônibus para uma senhora de idade sentar-se é realmente gratificante, mas isso vai realmente garantir seu lugar no Céu se ontem mesmo você estava numa festa bebendo tudo o que podia e beijando milhares de bocas desconhecidas ou falando mal de alguém há alguns minutos atrás com a sua amiga na parada de ônibus?

Não há porque se arrepender, não há porque se condenar. Tudo é muito natural, as coisas simplesmente acontecem da maneira que devem acontecer e nada nem ninguém é capaz de interferir no curso da história. Se você fez o “Mal” um dia, pode crer que aquilo foi necessário para ensinar alguém a aprender uma lição da vida ou você mesmo a se tornar uma pessoa diferente. O “Bem” e o “Mal” são necessários para que possamos definir uma criatura como humana, porque esses conceitos são RESTRITAMENTE humanos.

Ou você acha que um leão na África sente dó da gazela que está abatendo? Aquilo foi necessário para suprir a necessidade dele e da família dele. A gazela com certeza deixou para trás uma vida inteira de possibilidades e ensinou as outras a ouvirem e verem melhor de modo a evitar que mortes como aquela aconteçam outra vez. O que geraria o mal da família de leões: se todas as gazelas começassem a ficar espertas demais simplesmente não haveria alimento!

Aí você me diz que eles são apenas animais e não possuem “discernimento”.

Ora, você também é um animal. Você é feito de carne, ossos e órgãos e veias e sangue assim como eles, o que difere vocês é o tamanho do cérebro feito para pensar e medir consequências. Um cérebro que vai lhe ajudar a perceber que o “Bem” e o “Mal” são necessários para fazer o mundo humano girar e se manter em constante movimento.

Bom, e é por essas e outras que não, eu não acredito em Céu e Inferno. Pra onde irei quando eu morrer então? Bom, deixem que a hora chegue para que eu possa ver de perto o que há do outro lado, – porque algo deve haver, isso é elementar – é claro que eu não vou poder logar no blogger e postar “HEEEEY PESSOAL, CHEGUEI DO OUTRO LADO, E VOCÊS NÃO VÃO ACREDITAR!”, o que é uma lástima. O que há de vir, virá, e eu não temerei.

Posso não acreditar no deus à maneira cristã. Mas acredito em forças, forças antigas, forças que já tiveram muitos nomes, outras que permaneceram no anonimato. Existem forças olhando por nós, várias que unidas formam uma só. Nada é por acaso, há um motivo pra tudo e eu acredito nisso!

Esse blog não tem como objetivo começar uma revolução espiritual ou lavagem cerebral, longe disso. Lembrem-se que eu sou só um rapaz de 19 anos em constante evolução e descoberta, e essa é só mais uma página do meu ensaio sobre as descobertas que faço ao filosofar enquanto tomo banho, e esta aqui é apenas uma página da minha mutante opinião a respeito do mundo que me rodeia.

Antonio Fernandes

=^.~=

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

The Big Machine Keeps Rolling On! - HQ & Mangá: A Origem Nos Quadrinhos

The Big Machine teve raízes em muitas coisas: filmes, músicas, videoclipes e, é claro, quadrinhos. Meu universo de inspirações é vasto, e as homenagens contidas na saga de TBM são inúmeras, vemos referências à cultura popular e aos clássicos a cada pulo, de uma linha à outra. Hoje, você fica com o especial quadrinhos, onde irá descobrir as origens de armas, uniformes e até mesmo ambientação e narrativa!


WITCHBLADE




Meu primeiro contato com a história da policial Sara Pezzini que entra em contato com uma "luva" misteriosa tornando-se a portadora deste objeto mágico de origens ancestrais e misteriosas foi na TV à cabo, ainda criança, quando procurava me distrair enquanto o seriado Charmed não começava. Achei a história interessante e comecei a acompanhá-la esporadicamente, até que então cancelaram o serviço e eu nunca mais assisti... Criada por Marc Silvestri, David Wohl, Brian Haberlin e Michael Turner em 1995 pela Top Cow estúdios, a história da lâmina mística e mortal serviu de inspiração para criar a minha pseudo-Witchblade, afinal de contas, o portador da Witchblade em The Big Machine não é uma mulher, e a Witchblade original somente pode ser usada por poderosas guerreiras e combatentes de coração puro e justo (isto acontece em The Big Machine 2, quando Maxine herda a Witchblade de seu avô), sendo usada por inúmeras ilustres figuras femininas ao longo da história. A arma, ao entrar em contato com o corpo entra imediatamente em simbiose com o seu hospedeiro, tornando-se imediatamente parte dele, sua segunda pele, sua segunda alma.

As origens do Witchblade estão envoltas em mito e especulação, obscurecidos pelo véu dos tempos: de onde ela veio? Nenhum mortal que a examinou prolongadamente viveu para contar, mas aqueles que tiveram a oportunidade de examinar a peça, dizem ser feito de um metal sintetizado, de algum elemento não identificado com os materiais terrestres. Outros dizem que a lâmina foi forjada indubitavelmente de um tipo de ferro encontrado nas armas persas, no Irã antigo. Em Avesta, o livro de oração do Zorastrus, escrito em persa antigo, um tipo de ferro-liga, similar àquele da lâmina, é mencionado. "Misture ferro com o sol do ouro. Poderia o ouro ligado ou o adulterado para ser (...) Atear fogo-branco e refrigerado no sangue vinho-escuro, É assim que nasce a lâmina sedenta, nunca dupla." Mas esta teoria foi questionada por eruditos do Vaticano nos anos 30, que encontraram o trabalho do projeto no bracelete no uso do ferro na região persa anterior a 1000 anos. Há uma grande (enorme) diferença entre as origens da Witchblade na série televisiva e nos quadrinhos, mas isto cabe a vocês descobrirem, não sou eu que vou estragar a surpresa!

GANTZ

Gantz é uma série de mangá escrita por Hiroya Oku, e serializada na revista Young Jump, contando a história do adolescente de 16 anos, Kei Kurono que morre atropelado pelo metrô junto de um amigo, Masaru Katou. Após isso os dois são transportados para uma sala para participar de um jogo sanguinário, violento e competitivo, comandado por uma "esfera negra" chamada Gantz, esta por sua vez toca uma música e passa a missão: matar Alienígenas. Mostra o arsenal de armas e o uniforme de cada um, sua missão é sobreviver ao jogo e matar os aliens indicados dentro do tempo estipulado. A história se desenvolve de modo surpreendente, inesperado, o crescimento das personagens é algo marcante. Com a convivência da morte eles mudam seu modo de pensar. Quase todos têm traumas horríveis, porém com as lutas de Gantz eles aprendem a vencer as adversidades, ficando mais decididos e fortes. A trama vai mostrando os combates dos Caçadores contra a possível ameaça dos Alienígenas no mundo contemporâneo.


A narrativa concentra-se nos acontecimentos antes e após as missões, mostrando como os Caçadores vivem seu cotidiano carregando esse fardo, mantendo seu segredo longe de qualquer um. Suas influências podem ser vistas no modo objetivo como "The Big Machine 3 - Apocalipse" é narrado, repleto de cenas de ação e luta do começo ao fim, fora os trajes utilizados pelos generais inimigos possuidores do mesmo sistema dos trajes de Gantz: um estranho mecanismo capaz de dobrar a força de um ser humano normal para a de dez homens ou mais. Os trajes dos Apocalípticos também são baseados neles, com total ausência do tal mecanismo. As cores diferenciam os dois "times" em TBM3, os discípulos de Alberta Veronese possuem trajes brancos, e os seguidores de Christopher Umbrella, pretos. A ambientação da história e os sentimentos de angústia, caos, morte e desordem social total que vemos em The Big Machine 3 foi totalmente inspirado na "last phase" de Gantz, que ainda está em curso no mangá até hoje, embora o anime já tenha terminado.


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NA PRÓXIMA SEMANA: CIÊNCIA - É POSSÍVEL?!


VIAGENS NO TEMPO?


BURACOS DE MINHOCA?


REALIDADES ALTERNATIVAS?


AGUARDE!







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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

The Big Machine Keeps Rolling On! - Moda: As Ruas de Neon City

Quem leu The Big Machine 2 sabe muito bem porquê existe uma postagem especial dedicada à moda nas ruas de Neon City. A descrição por várias vezes gira em torno dos figurinos extravagantes das protagonistas, em especial Gabrielle, neta de Pietro Heinrich.

Nós podemos ver o espelho deste futuro na semente que está sendo plantada hoje: com o passar dos anos, o circuito de moda internacional vem deixando o visual "sóbrio & discreto" de lado para dar lugar ao "elegante & extravagante". Muitas marcas famosas são responsáveis por esta reviravolta no conceito de se vestir, uma delas é a McQueen, cuja característica principal são os modelitos quase alienígenas, imperiais, há quem diga que Alexander fazia roupas para deuses, e não homens. Sejá lá quem for o autor desta frase, tem toda a razão! No futuro onde se passa The Big Machine 2, mais precisamente as ruas de Neon City e seus clubes noturnos, nós vemos a grande maioria dos jovens vestidos em semi-alegorias, abusando do aerodinamismo, do prateado, do dourado, do rosa, do violeta, do turquesa.

Jaquetas de couro com ombreiras cheias de espinhos, correntes e laços perdendo-se em meio a triângulos e caveiras, batons e esmaltes que brilham no escuro, botas de couro emborrachado, luvas cheias de tachões e alargadores cintilantes brincam numa mistura de estilos e influências que foram implantadas pela mídia da nossa época, refletindo nas gerações futuras. Se você quer mesmo saber a verdade, as ruas de Neon City parecem um revival tecnológico dos anos 80! Tecidos artificiais holográficos imitam galáxias e peles de animais, e as moças já podem ter sua própria máquina de pintura de unhas em casa! Isso porque eu nem falei dos penteados! Fantasia do presente ou realidade do futuro? Confira agora alguns modelitos na minha Galeria Futurística, onde o clássico flerta com o alternativo!


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DIA 28: MANGÁ & HQ: A ORIGEM NOS QUADRINHOS!



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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

The Big Machine Keeps Rolling On! - Música: A Trilha Sonora!


Como toda boa história, The Big Machine também teve sua trilha sonora! Ao final de cada episódio da saga (exceto o primeiro), eu postei uma pequena lista de músicas que me ajudaram a escrever e fomentaram a minha imaginação no momento de criação! No geral (praticamente 100%) a trilha sonora é composta exclusivamente por música eletrônica, tendo em vista o óbvio apelo "futurístico" e "tecnológico" que este gênero musical - quando bem trabalhado - nos passa. Quando digo música eletrônica, me refiro à música trabalhada em estúdio minuciosamente por profissionais do ramo especializados em experimentalismo e "estudados" no ramo, não qualquer DJ farofa que pinta todo dia nas paradas de sucesse (vide Jovem Pan). De qualquer maneira, a matriarca da série - tendo Pedro como patriarca e eu como barriga de aluguel ou "cérebro" se preferirem - foi Emilie Simon e seu inovador álbum homônimo à minha saga. Foi em homenagem ao album que baseei a saga conceituada por Pedro, meu amigo, mas Emilie não foi a única a inspirar as sequências de ação da série! Outras artistas e bandas me acompanharam nessa aventura, então seja bem vindo ao especial Música de 3 anos da saga!

EMILIE SIMON


"Are you gonna be the same
When they make you change your name?"

- Rainbow

Émilie Simon é filha de um engenheiro sonoro, e cresceu em Montpellier, na França. Ela estudou canto de letras em Conservatoire por sete anos antes de estudar músicas antigas em Sorbonne e, mais tarde, música na IRCAM; ela tentou tocar Jazz e depois Rock, até que finalmente resolveu por tocar música eletrônica. Ela concluiu os seus estudos, obtendo o DEA em música contemporânea. Emilie compôs e cantou todos os seus álbuns, também possui conhecimentos com equipamentos de gravação, frequentemente dando um toque pessoal nas músicas e na produção. Ela programa e edita os efeitos sonoros na maioria de suas músicas. O seu casamento com John Santiago era um segredo até Agosto de 2007. Émilie Simon continua expandindo sua fama pela nação, e pelo mundo! Seu album "The Big Machine" de 2009 foi adotado como trilha sonora da história homônima por mim!




LA ROUX

"Old fascinations we crave
New sensations"



-Fascination


La Roux é um duo inglês de synthpop, formado pela cantora e compositora Elly Jackson e o co-escritor e co-produtor Ben Langmaid. Lançaram o primeiro single em 2008, Quicksand, pela gravadora Kitsuné Music. O segundo single In For The Kill (Polydor) alcançou o 2º lugar no Uk Single Chart e 9º no Eurochart em 2009, ganhando reconhecimento por toda Europa. Em julho de 2009 o terceiro single Bulletproof foi lançado e estreou em 1º lugar no Uk Single Chart, uma semana depois o primeiro album La Roux foi lançado e estreou em 2º lugar no UK Album Chart. A música "Fascination" do debut deles foi eleita o tema oficial de The Big Machine 2, apenas escute e você saberá porquê!




LITTLE BOOTS


"There's no heart breaks
Love over takes"

-No Breaks

Victoria Christina Hesketh (Blackpool, 4 de maio de 1984), conhecida pelo seu nome artístico Little Boots, é uma cantora e compositora de electropop britânica. Influenciada por aulas de piano, começou a tocar numa banda chamada Dead Disco, e depois de alguns lançamentos seguiu em carreira solo. Ganhou o torneio de eleição BBC Sound of Music 2009, antes mesmo de seu álbum de estreia, Hands, ser lançado, tendo grande atenção da mídia. Seu nome artístico é um apelido dado pelo seu amigo, que depois de assistir ao filme Caligola, que tinha também como apelido “Little Boots” (em português: pequenas botas), mas na verdade é uma referência ao seus pés pequenos. Para quem não lembra, a pequena Vickie já esteve no blog antes na antiga versão do Cale a Boca e Escute com "Not Now", hoje ela vem representando os momentos mais sensíveis da saga com "No Breaks".







GOLDFRAPP


"I get high on a buzz
Then a rush when I'm plugged in you"

- Strict Machine


Goldfrapp é um grupo britânico de música electronica, conhecidos pelo visual teatral e pelas contribuições para a popularização da música electronica.
O grupo foi formado em 1999 em Londres, Inglaterra, e tem como integrantes Alison Goldfrapp (vocais/sintetizadores) e Will Gregory (sintetizadores). Seu último álbum, Head First, foi lançado em 2010. O álbum contém elementos de pop, e muita nostalgia com músicas que remetem aos anos 80. O álbum rendeu 2 indicações ao Grammy: Best Dance Recording por “Rocket”, e Best electronic/dance Album. E ainda consagrou mais sucessos, como “Rocket” e “Alive”. Atualmente a banda disse que está trabalhando num possível “Greatest Hits” e boatos afirmam que Alison não sai do estúdio! Como tema principal da primeira fase de The Big Machine 3 - Apocalipse temos "Strict Machine", uma música que - segundo algumas análises - trata-se da paixão de uma mulher pelo seu vibrador (?) mas eu prefiro interpretar como o caso de amor e ódio do ser humano em geral para com a tecnologia. Alison e Will já estiveram aqui no blog também, na antiga versão de Cale a Boca e Escute como Little Boots.




ROBYN


"And I never was smart with love
I let the bad ones in and the good ones go"

-Insdestructible


Robin Miriam Carlsson, mais conhecida por seu nome artístico Robyn, Suécia (12 de junho de 1979), é uma cantora e compositora pop sueca bastante conhecida em seu país. Começou a carreira musical em 1991, e em 2010 lançou o primeiro álbum de uma trilogia chamada Body Talk em junho, tornando-se o #1. Esse é o seu primeiro álbum depois de "Robyn", de 2007. O single líder do álbum, “Dancing on My Own”, foi liberado poucas semanas antes da liberação do álbum e tornou-se o número um mundial, trazendo para Robyn o 53º Grammy Award por Melhor Gravação Dance. Seguindo, Body Talk Pt. 2 foi liberado em 6 de setembro e o último álbum da trilogia Body Talk, foi liberado em 22 de novembro de 2010, com o primeiro single “Indestructible”, a música tema da segunda fase de TBM3 - Apocalipse. Robyn como uma das minhas cantoras favoritas tem seu próprio artigo no blog e um post com letra e tradução como as duas últimas acima.





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DIA 26: MODA - AS RUAS DE NEON CITY!





segunda-feira, 21 de novembro de 2011

The Big Machine Keeps Rolling On! - Cinema: As Inspirações

Como todas os grandes artistas, eu tenho minhas próprias inspirações, e como toda grande história, The Big Machine também tem a sua base, suas raízes em obras que vieram posteriormente a ela. Eu como grande fã de ficção científica e afins não poderia deixar os clássicos de fora de um especial de aniversário como este! Afinal, eles vieram antes, e pelas semelhanças explícitas possuem merecido crédito! Então vamos lá, ao especial CINEMA do mês de aniversário de The Big Machine!

TERMINATOR

Ou, indo pelo título brasileiro "O Exterminador do Futuro", é uma inspiração mais do que óbvia, Futuro distópico? Guerras robóticas? Viagens no tempo? Máquinas assassinas? Este é o filme-pai de tudo o que surgiu a respeito do tema futuramente! No primeiro longa, um cyborg (androide cujo esqueleto é recoberto por tecido vivo) com inteligência artificial, designado Cyberdyne Systems Model 101 - 800 Series Terminator (interpretado por Arnold Schwarzenegger), é transportado no tempo, de 2029 até ao dia 12 de maio de 1984, com o objetivo de alterar o curso da História e consequentemente, o futuro (Carminha mandou um beijo!). No futuro, um super computador chamado Skynet será criado para toda a rede de defesa americana, porém sairá de controle e irá considerar todos os humanos uma ameaça, então irá roubar todos os códigos de lançamento de todas as bombas nucleares dos EUA e lançá-las contra alvos Russos, provocando uma guerra nuclear. A obra criada por James Cameron rendeu uma série de quatro filmes que giram em torno da história de John Connor, aquele que no futuro distópico lidera a resistência contra as máquinas rebeladas.

BACK TO THE FUTURE


A segunda inspiração principal para The Big Machine foi "Back To The Future", ou "De Volta Para o Futuro" no título brasileiro, a influência desta série foi tão grande na minha história que em "The Big Machine 3 - Apocalipse" vemos o DeLorean sendo usado pelos Apocalípticos para atravessar o tempo-espaço e alcançar a dimensão onde Saturno Revenge e sua trupe lideram a resistência contra Carminha Parafuso! No filme, Marty McFly é o típico adolescente norte-americano dos anos 80, que é enviado de volta no tempo, para 1955, por uma invenção (o DeLorean) do excêntrico Dr. Brown. Enquanto estiver no passado, Marty deve tomar cuidado para não interferir em nada, para que o futuro não seja alterado. Porém, sua futura mãe acaba se apaixonando por ele, e as coisas começam a dar errado. A saga criada por Robert Zemeckis e Bob Gale rendeu mais três filmes e é considerada um clássico do gênero!


MAD MAX

De 1979, Mad Max não só inspirou o futuro desértico onde se passa The Big Machine 2 como o período anterior a ele, antes da raça humana voltar a se reerguer com a ajuda do supercomputador ESFERA, possuidor de um cérebro metade homem metade máquina. Há pequenas citações ao longo deste episódio da saga falando sobre um período em que as pessoas viviam soltas no deserto, nômades em grandes caravanas, lutando por água, combustível e alimento: o futuro distópico de Mad Max inspirou isto. A história original de The Big Machine 2 originalmente deveria se passar toda no deserto! Dirigido por George Miller, em um futuro não muito distante e pós apocalíptico a disputa pelo petróleo acabou gerando uma guerra entre as potências mundiais de proporções catastróficas, as cidades entraram em colapso e o planeta se tornou uma terra deserta e sem lei, o deserto australiano vive dias de caos onde gangues de motociclistas disputam o poder e aterrorizam a população por um pouco de gasolina. Em meio a essa guerra, Max Rockatansky (Mel Gibson), um policial que perde de forma trágica seu parceiro percebe ter que se preparar para proteger não somente a sua família, mas também a si mesmo. Mais um clássico da ação de da ficção científica!



NEON CITY

Precisa dizer alguma coisa? O nome já diz tudo! De Monte Markham, no ano de 2053, a humanidade conseguiu destruir as condições de vida no planeta através do descaso com o meio ambiente e a poluição. A chuva ácida e as radiações solares atinjiram um nível em que toda a vida esta ameaçada. Devido a essas condições surgiram os mutantes que, vagam pela paisagem desolada em busca de presas para sua ânsia assassina. Em meio a esse pesadelo, um grupo de sobreviventes forma um comboio para tentar alcançar um local onde ainda reina a paz e segurança chamado de Neon City. Na busca por esse refúgio terão de lutar contra os mutantes, sempre atentos à novas vítimas e, o meio ambiente hostil que não perdoa o menor descuido. Acredito que a sinopse e o título do filme já revelaram muito do que eu iria falar. Acabei descobrindo a existência desse filme um tempo depois que escrevi TBM2, e assisti alguns pedaços dele no YouTube em inglês, ele é pouco conhecido, mas a história é bem interessante, e inspirou o recanto de segurança da humanidade em meio ao deserto do caos, Neon City.


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DIA 23: MÚSICA - A TRILHA SONORA!


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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

The Big Machine Keeps Rolling On! - Aniversário de 3 Anos!


É CHEGADO O GRANDE DIA! Hoje, dia 18, a principal série deste blog está completando 3 anos da publicação de seu primeiro capítulo! É uma honra e um grande orgulho para minha pessoa ver como o blog evoluiu desde então, como minha narrativa evoluiu desde então, e como as coisas mudaram desde que Christopher Umbrella e sua turma invadiram as páginas do The Fatcat House pela primeira vez, encarnando heróis steampunks em "Draconius Nefastus"!
Jamais pensei que isto fosse se tornar algo tão grandioso, devo tudo isso e muito mais aos meus amigos de colégio, que me incentivaram e me ajudaram a criar o conceito da história, dando a base e o pontapé inicial para que a saga começasse e se consagrasse como a marca registrada das minhas "crônicas digitais", aquilo que não está impresso, que não virou livro, e que habita as páginas deste universo paralelo que criei na internet, nessa válvula de escape que chamo de fábrica de sonhos. The Big Machine foi muito mais do que uma simples história, foi, é e sempre será uma aventura vivida por mim e meus amigos: Rayanne, Pedro, Bia e Fabíola... tudo bem, vai! O Erick também... Em outras palavras, aqueles que me inspiraram a moldar os personagens principais, a levar essa história adiante, a criar uma realidade alternativa em TBM 1 e um futuro utópico em TBM 2, onde os personagens principais são nossos netos... Tornamos isso algo tão concreto, algo tão real, que todas as vezes em que os festeiros de plantão planejam ir a uma micareta, já damos o aviso: nada de levar celular! Afinal de contas, não queremos ter que salvar o mundo de novo, não é mesmo? Por mais divertido que seja, salvar o mundo cansa, e muito!
Este especial é para vocês, meus camaradas, meus irmãos de aventura, que me deram a base para construir a Grande Máquina!

COMO TUDO COMEÇOU

"- Sabe de uma coisa? Sabe o que eu faria? – começou Pietro quando todo mundo já estava concentrado no assunto de história outra vez. – Quem dera eu ter uma máquina do tempo! Um dia, eu juro por Deus que vou voltar e pegar esse celular de volta! Nem que isso custe a minha vida! Quem sabe eu não viro o inventor da máquina do tempo?"

Com esta declaração, Pietro deu início a algo que ele jamais imaginaria tomar proporções tão gigantescas... e catastróficas! O primeiro episódio da saga The Big Machine conta como Carminha Parafuso, uma pseudo-religiosa e patricinha de sala de aula conseguiu voltar no tempo e alterar a linha histórica dos acontecimentos, tornando-se automaticamente Imperatriz Mundial no futuro de onde ela viera. Num futuro não muito distante, Pietro tornou-se o primeiro homem a fazer uma viagem entre o tempo e espaço, visitando o passado (mais precisamente, uma micareta) em busca de seu telefone celular perdido. O experimento foi um sucesso, mas a faxineira tirou proveito da situação para voltar no tempo e recuperar algo que também havia perdido... na verdade, algo que nunca teve: respeito por parte dos seus colegas! A faxineira? Carmen Parafuso. Ou simplesmente Carminha (este interlúdio da saga não é narrado na história original, mas estará presente na última parte desta série de postagens especiais ao lado de outras cenas perdidas).

O resultado? Um futuro distópico onde ela se tornou a Imperatriz do mundo e comandante de um exército de robôs com a cara dela! Sua tentativa de se tornar popular no passado acabou alterando drasticamente a ordem no futuro, e coube a Christopher Umbrella, Ray Ann, Fábia Paola, Augusta Montgomery e Pietro Heinrich - que haviam escapado do "efeito borboleta" com a ajuda de um aparelho construído pelo Dr. Maurice A. Lispector - reorganizarem essa bagunça com a ajuda do comando de revolucionários da Fortaleza Digital de Asgard, construção oposta à The Big Machine, uma torre colossal construída no local onde a escola dos protagonistas fora demolida para dar lugar a esta "CPU do mundo", o centro de atividades de onde Carminha aparentemente controla o globo inteiro! Precisa mesmo dizer quem inspirou os personagens principais? Está meio óbvio não é mesmo? Mas vamos lá!

Ray Ann = Rayanne




Essa foi bem fácil não é mesmo?! Rayanne é a minha melhor amiga, e acompanhou o primeiro The Big Machine até o final (não posso falar os mesmos dos dois últimos kkk). Na série, ela também é a melhor amiga de Christopher Umbrella, que no futuro torna-se Saturno Revenge, um general turrão, frio e calculista, tudo o que ele não queria ser! Rayanne foi a inspiração principal de Ray Ann (fora Angelina Jolie, rs) seus cabelos escuros, seu rosto perfeito e sua personalidade forte me ajudaram a moldar Ray Ann, uma lutadora nata, uma heroína em trajes colados, braço direito de Saturno Revenge no futuro e companheira leal de Christopher Umbrella no passado. A ilustração de minha autoria mostra sua versão do passado ao lado de sua versão do futuro, transformada em cyborg graças a um acidente dentro de The Big Machine. Sua personagem age como um verdadeiro "anjo da guarda" de Christopher e de sua versão mais jovem, salvando-os do perigo mais de uma vez ao longo do primeiro episódio da saga!


Pietro Heinrich = Pedro Henrique





Parece que eu estou zombando da inteligência de vocês com esses nomes, mas NÃO, não estou, no fundo eu queria que as pessoas soubessem logo de cara quem os personagens eram e o que eles representavam para mim! Pedro é um grande amigo meu, quase um irmão, passou quase o ensino médio inteiro baixando filmes e séries pra mim e conversando sobre ciência, astronomia, cinema e TV comigo no meio das aulas de Física Bucetística do Márcio Costa! (certa vez ele chegou até a tentar expulsar o Pedro da sala, foi hilário)... Pedro foi aquele ser que deu o pontapé inicial para que eu começasse a escrever The Big Machine, pode-se dizer que ele foi o embrião gerador, a semente, o ponto X, o gênio por trás da ideia, meio que sem querer querendo ele acabou me ajudando a criar a minha história particular favorita! Perdeu seu telefone no show da Cláudia Leitte e teve a brilhante ideia de voltar no tempo para recuperar o telefone e não pegar uma surra da/do mãe/pai dele xD. Seu personagem volta no tempo para alertar Christopher e sua versão mais jovem do perigo de Carminha e acaba levando-os para o futuro sem querer!


Augusta Montgomery = Beatriz Albarado





Essa aqui é das antigas! Bia é minha amiga desde os nove anos de idade, nos conhecemos na terceira série e até hoje somos inseparavéis, fazemos até faculdade juntos (cursos diferentes, logicamente), e nos tornamos pessoas totalmente opostas, mas que estão tão ligadas por um vínculo ancestral que é quase impossível vivermos separados! Augusta ou Guta, na série é uma personagem misteriosa que está sempre envolvida com atividades secretas e missões suspeitas a mando de Saturno Revenge, ele confia muito nela, por isso está incubida de grande parte das espionagens na Grande Máquina e quase não aparece por este motivo. Mas as frases engraçadas de Guta no Prólogo compensam grande parte dessa ausência: uma pessoa cheia de bom humor ostentando um belo sorriso no rosto e uma gostosa gargalhada no peito, pronta para distribuir alegria. Esta é a Augusta de 2009, está é a minha Bia.


Fábia Paola = Fabíola





Este codinome ficou meio idiota da minha parte, mas se minha amiga gostou, pouco importa! Fabíola e Fábia são a mesma pessoa: uma garotinha doce, engraçadinha, companheira, amiga, risonha, de braços fortes e seios fartos. Se eu fosse resumi-la de uma maneira simplória diria que ela é a mistura perfeita das três Meninas Superpoderosas! É engraçado? É! É Fábia? SIM! Tanto em sua personagem inspirada quanto na vida real, Fábia/Fabíola é uma garota que está sempre distribuindo sorrisos, abraços e frases positivistas cheias de incentivo, sempre que há uma briga ela está lá no meio tentando fazer os dois lados entenderem... Ou colocando lenha na fogueira, dependendo da situação! Otaku (ou Otome) maluquinha e assumida, sua personagem realiza o maior de todos os seus sonhos na série: cortar o cabelo em Chanel e pintá-lo de roxo! A Fábia do futuro pilota uma Planária, a moto voadora, e está sempre com uma cor diferente nos cabelos. Na história, tem o papel de ajudar nossos amigos do passado (2009) a entenderem aquele futuro terrível!


EU = Christopher Umbrella





É óbvio? Sim. É idiota? Sim. Sou eu? Exato. Christopher Umbrella é meu "avatar" nesta série, seu papel, assim como o meu na vida real, é roubar a cena não importa a situação, e ainda por cima propositalmente! Nos primeiros parágrafos da história ele parece ser o protagonista, afinal a saga inteira praticamente é contada a partir do seu ponto de vista. Se eu fosse falar de mim na segunda pessoa, diria que sou (era, na época) um garoto com espírito de liderança e vontade de comandar natos, e como era eu quem estava escrevendo a história, nada mais justo do que me colocar como o "líder", o "cabeça" dos Apocalípticos (o Apocalipse Club <3). Assim é Christopher Umbrella. Não me perguntem de onde tirei este nome, ele simplesmente surgiu na minha cabeça em uma tarde chuvosa de 2009 e eu o rabisquei com pincel atômico na janela do meu quarto. Aquilo ficou na minha cabeça um bom tempo e eu acabei nomeando o personagem que me representaria com ele ao invés de "Louie Mimieux" que só surgiria meio ano depois. Não vou falar muito mais de mim porque vocês tem a obrigação de me conhecer o suficiente, já que leem essa joça U_U.

Apesar da ideia, conceito e personagens prontos, a história ainda não tinha nome, e após eu e meus queridos amigos colocarmos ela em pauta e discutirmos a hipótese de publicá-la no blog (atrapalhando consequentemente uma aula importante de Física, rs), voltei para casa encafifado com aquilo! Como se chamaria a história nova do meu blog? Aquela que substituiria Draconius Nefastus? Os personagens eram os mesmos, logicamente, mas em um universo diferente, em uma dimensão diferente. Mas como se chamaria a mais nova história do blog?

Aí então chego em casa e me deparo com meu PC, que na época era uma máquina velha e arcaica com meros 56 gigas de memória (acredite se quiser) lotados de música e arquivos do Word com minhas histórias e matérias sobre ocultismo. Meu amigo Andrew Oliveira (vulgo Black Cherry, dono do blog parceiro) havia me passado o mais novo álbum de Emilie Simon naquela semana, e eu simplesmente o coloquei pra tocar e viajei na primeira música, "Rainbow"! Rapidamente, me vi transportado a um universo distópico, cercado por robôs e pessoas controladas pelo sistema, transportado pela melodia, envolvido pela letra, tive a visão perfeita do mundo que eu queria criar, do que eu queria mostrar ao leitor, do que eu queria transferir a vocês! Foi mágica pura! Me arrepiei dos pés à cabeça como nunca havia feito ouvindo música nenhuma até então, e imediatamente ela tornou-se o tema principal da mais nova história do meu blog. E o mais novo álbum de Emilie Simon, a sua trilha sonora... The Big Machine acabava de nascer, batizado com o mesmo nome do álbum que havia me transportado para o futuro que eu havia criado! Santa Emilie que seja louvada!


O resto foi simplesmente fluindo com o tempo, e está fluindo até hoje! The Big Machine deu origem a Reboot e M3R0-K3, que terminou ontem com um último capítulo eletrizante, planos para um Reboot 2 já estão no papel e uma possível história trazendo de volta o Apocalipse Club está sendo cogitada, e isto é só o começo!

CURIOSIDADE


Sobre o final do primeiro The Big Machine: ele terminou de forma estranha porque o nosso "grupinho" havia tido uma briga feia pouco antes de eu terminar de escrevê-lo, a causa não vem ao caso, embora o leitor possa ficar confuso ao ler a continuação da saga, que mostra o grupo unido como se nada houvesse acontecido. Como toda boa amizade, a nossa também sofreu seus altos e baixos, e como tudo o que acontece em meu mundo real afeta o "Mundo Surreal" que criei em minha mente, logicamente isso refletiria nas minhas histórias.



NOTA: Sim, as ilustrações são minhas, e mostram os personagens em suas duas versões, presente e futuro. Não sou desenhista, sou escritor, e sim, eu sei que preciso estudar anatomia humana, então cale a boca e me deixe em paz! U_U



ACOMPANHE O ESPECIAL DE ANIVERSÁRIO DE "THE BIG MACHINE"!


DIA 21: CINEMA - AS INSPIRAÇÕES!








quinta-feira, 10 de novembro de 2011

11.11.11

Com certeza vocês devem ter lido em algum lugar desta grande rede de computadores que neste dia, alguma espécie de portal cósmico interdimensional se abriria nos céus trazendo algo divino (ou demoníaco) de outro universo para o nosso. As teorias são muitas, e há até um filme que estreia exatamente hoje, às 11:11 da manhã (hora esta em que o dito portal se abrirá), do mesmo diretor dos últimos filmes da franquia "Jogos Mortais".


Então, indo direto ao assunto, sempre fui muito místico desde criança, lá pelos nove ou oito anos meu interesse pelo ocultismo se manifestou mostrando-se muito forte, de modo que pode se dizer que possuo uma base formidável de informação a respeito de certos assuntos, desde os Iluminatti até o Pé Grande, de grandes conspirações à criptozoologia e ufologia, minha área de conhecimento - um pouco abstrato e relapso, tenho de admitir - cobre amplos terrenos dos assuntos que dispertam interesse mórbido ou simples curiosidade de grande parte dos habitantes deste planeta.

Duas teorias relacionadas à esta véspera cataclísmica (ou não) me chamaram muita atenção: a primeira, é a teoria da Vinda da Deusa, ou Manifestação Divina.

Acho que todos vocês devem ter conhecimento de que muito antes do cristianismo dominar todos os cantos mais remotos do globo terrestre, as religiões pagãs eram predominantes e vários deuses eram cultuados em diferentes regiões dos continentes. Uma imagem era comum a todos estes cultos: a da Mulher, a da figura feminina como um todo. Desde a Mãe Gaya até a deusa da bruxaria Hécate, aquelas que proporcionavam os dons obscuros e presenteavam seus discípulos com colheitas fartas e saúde animal durante o ano inteiro à preço de oferendas, rituais e sacrifícios (às vezes humanos, não?), a imagem da Mulher em si como uma divindade sempre foi explorada pelas tribos selvagens, pelos pagãos.

Coincidentemente, o número 11 é um número mestre, e seu lado oculto traz o feminino junto de si, sendo o masculino representado pelo númeral 1, logicamente o feminino seria representado pelo número 2. Isto se relaciona à data como um mais um é dois, literalmente! A concentração de energia feminina neste dia e neste horário (às 11:11) faz com que algumas religiões neo-pagãs acreditem que nesta manhã, sua Deusa, a Grande Mãe, se manifestaria no nosso plano, no mundo humano. Agora, de qual forma, eu não sei! Viria ela como uma "messias" encarnada sob a pele de alguma criança nascida nesta data e neste horário em algum lugar do mundo? Viria ela sob a forma de algum animal sagrado como uma lebre ou uma corsa?

A segunda teoria é mais correlacionada com uma coisa não menos mística, mas ainda assim física, do nosso plano. O misterioso canal do YouTube "iamamiwhoami" e sua mulher-planta loira dançante (a cantora sueca Jonna Lee, como foi descoberto posteriormente) costuma explorar o numeral 6 em todos os seus videos: neles vemos seis gatos, seis cães, seis crucifixos, seis bolos de morango, entre outros objetos simbológicos relacionados à história de Alraune, a Mandrágora. Coincidentemente, a soma de cada unidade contida na data 11/11/11 traz para nós como resultado o número SEIS! Jonna Lee e sua trupe misteriosa estariam preparando algo de especial para esta data como o lançamento de algum video viral novo? Seus fãs aguardam ansiosamente! (cachorra loira folgada, vem trabalhar! u_u)

Agora, o fato mais curioso relacionado à data até agora foi algo que aconteceu a mim:

Noite passada tive um sonho curiosíssimo, no sonho eu me via deitado entre minha irmã e minha mãe no terraço de um prédio, olhando para as estrelas e identificando as constelações quando um objeto atravessou a atmosfera terrestre e entrou em combustão, explodindo e se desfazendo em milhares de pequenos pedaços. Logo eu e minha família estávamos vendo uma chuva de estrelas cadentes, um espetáculo belíssimo e ao mesmo tempo assustador: no sonho eu estava com medo de um daqueles "meteoritos" acertar a minha cabeça.

Mas o mais estranho foi que no exato lugar onde o meteoro cruzou a atmosfera e entrou em combustão uma espécie de vórtice abriu-se, arreganhando o espaço e formando uma espiral multicolorida. Vocês podem rir, mas me lembrava muito aquelas visualizações que vem disponíveis no Windows Media Player! Depois, ainda no sonho, eu assistia televisão no dia seguinte e os cientistas esclareciam nos jornais que aquele era um fenômeno comum relacionado a alguma reação de átomos, e que ficaria visível durante muito tempo nos céus do mundo todo mesmo de dia, eles mostravam até mesmo uns gráficos 3D simulando a estrutura da "espiral". No sonho, meu pai trabalhava numa oficina mecânica, e eu lhe contava o que havia visto na TV. Eis o que ele me dizia, enquanto limpava a graxa de uma peça:

- Tsc-tsc, os cientistas estão enganados, isso é só o começo...

Então, hoje, enquanto via os tweets a respeito do assunto lembrei do portal místico no céu e pensei "será que isso tem alguma coisa haver com meu sonho?!" até me arrepiei...

No final das contas, acredito lá no fundo que isso não passe de uma coincidência, fruto do meu subconsciente ou seja lá o que for. Vai ver o 11.11.11 é apenas mais uma data combinativa qualquer, como 6.6.6 ou 9.9.9, onde eventos semelhantes estavam previstos para acontecerem, e no fim deram em nada. Nós místicos sempre acabamos dando com os burros n'água...

Mas não custa nada fazer um pedido às 11:11 do dia de amanhã! Vai que...






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Antonio Fernandes, após um hiato de Artigos neste blog.

domingo, 23 de outubro de 2011

Valquíria


No primórdio dos tempos, as Valquírias foram adoradas com sacrifícios (geralmente animais), mas hoje elas possuem uma conotação mais benigna e foram trazidas para nossa vida atual. De Deusas da Guerra, passaram a representar o lado escuro de nossas mentes e corações.


Quando uma Valquíria está ao nosso lado, podemos viajar à estes lugares e retornarmos mais fortalecidos. As Valquírias chegam até nossas vidas, para lembrar-nos, que assim como a semente precisa ser enterrada na terra escura, nosso espírito também necessita abraçar sua escuridão a fim de crescer.

Em cada um de nós há um herói, à deriva entre as correntes de ambivalência que se cruzam. Em cada um de nós há o arquétipo do herói, com a capacidade de fazer frente as desafios da vida. E, a única medida pela qual poderemos ser julgados quando tudo terminar, é pelo que nos tornamos diante de todas as forças que tentaram nos deter. As histórias de heróis podem nos guiar, mas cabe a cada um responder ao seu próprio chamado, individualizando-se.




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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Você sabia?


As Plêiades na mitologia grega são as filhas da Oceanide Pleione e do Titã Atlas, são elas: Electra, Maia, Taigete, Alcíone, Celeno, Asterope e Mérope. Todas se casaram com deuses, e com eles tiveram filhos, exceto Mérope, que casou-se com um mortal e foi banida, por isso não pode ser vista no aglomerado da constelação de Touro...

























OBS:
TUDO FAZ SENTIDO, AGORA SEI DE ONDE EU VIM ;-; EXIJO VOLTAR PRA CASA AGORA MESMO! EU NÃO ME CASEI COM NINGUÉM, EU JURO, FOI TUDO UM ENGANO
;(