Bem vindos à minha fábrica de sonhos!

sábado, 27 de junho de 2009

Um Final Não Tão Feliz - E Chegaram as Férias!!!

E ACABARAM AS AULAS... finalmente a semana da recuperação teve fim, e eu como sou um bom menino e vou me casar com (pontinho-pontinho) ou (pontinho-pontinho), tirei 9,5 na recuperação, e foi um ótimo avanço pra quem estava com 5,2! O professor chegou a me ver fazendo a conta no celular, e me tirou uma questão da prova final, mas isso não importa, ele é um bom professor e é muito legal então eu relevo -.-/ (como se fosse eu quem tivesse de relevar alguma coisa! Cara de pau!). A Irina devolveu meu lápis bad-boy hardcore darkmetal da Hannah Montana!!!!! KKKK, ai gente, vou sentir uma falta tão grande de vocês, principalmente do pessoal do Apocalipse Club, Rayanne, Bia, Fabíola, Pedro, Ruan, Fabrício e até mesmo o Gabriel que nem fala muito, mas está sempre do nosso lado. Vocês são muito importantes pra mim e sempre tornam o meu dia mais feliz. Quando a coisa fede, vocês são o meu Bom-Ar! Estas vão ser loooongas (e chatas) férias.
Primeiro que não tem dinheiro pra ficar passeando a léu. Segundo que ninguém quer me levar pra passar pelo menos três dias em Belém só pra dar uma olhada no mundo lá fora. Terceiro que a minha mãe já está com a paciência cheia de ficar cozinhando e é ocupadíssima pra ficar levando moleque pra passear. Então, vai ser ou em casa ou na casa do papai, de qualquer modo, vou me enfurnar em um quarto e esperar a minha pele voltar a cor normal. De tanto andar por aí pra pegar ônibus acabei ficando com um lado da cara branco e o outro lado preto! TÁ NIIIINDO!!! GRACINHA!!! Tô parecendo o Duas-Caras do Batman. Estes dois últimos dias de recuperação foram bem interessantes... Certa pessoa, a qual não citarei nome, deu uma senhora fungada no cangote de um menino do ensino fundamental... Ai, no meu cangote! Caham-caham! No Comments, please, forget about this thing cuz this is the most low important now...
O caso é o seguinte, as aulas acabaram e eu estou super feliz por isso, mas este semestre acabou de forma trágica porque o Zeus do Olimpo musical morreu. Eu nem tenho palavras para resumir o vazio que eu sinto ao meu lado, porque Michael Jackson era uma história de vida, era sim. Você não tem noção do quanto a música dele foi importante para que eu me tornasse a pessoa que sou hoje, e fica aqui a minha revolta e a minha acusação séria e oficial de que A IMPRENSA MATOU MICHAEL JACKSON.
Porque quando ele tava vivo, ele era o safado, era o pedófilo, era o racista, era o mentiroso, era tudo que não prestava, e agora que ele morreu, todos os jornais caíram de joelhos venerando ele e o quanto ele contribuiu para a música pop atual. Hipocrisia internacionalizada, isso sim. Essa gente gastou anos falando mal dele e agora fazem questão de exibir o lado bom e brilhante da carreira dele. Porque não fizeram isso quando ele estava vivo? Hein? Porque não encheram a TV de documentários sobre a vida dele, sobre o grande talento que ele tinha, sobre a revolução musical que ele causou em 1982 com Thriller? Eu acho isso uma falta de caráter e vergonha na cara desse pessoal, isso sim, e agora ficam evitando entrar no assunto da pedofilia e verem finalmente pelo lado do homem, se ele estava mentindo ou falando a verdade.
Em minha opinião, a imprensa deveria emitir uma nota oficial pedindo desculpas pelo julgamento precipitado que fizeram do Michael e por todas as sequelas que eles deixaram na imagem pessoal do homem. Pode parecer exagero, mas não é. Tá certo que ele não era muito são e tinha suas loucuras, mas ninguém aqui é doido nem tu nem o Antonio... Espera aí... Eu sou o Antonio! Sim, sério, como eu ia dizendo, ele tinha as esquisitices dele, mas quem aqui não tem seu lado excêntrico? Quem aqui nunca aprontou das suas ou fez uma coisa meio idiota? Eu por exemplo conheço uma garota que fala com boxes! E daí? Ela é feliz desse jeito e não liga para o que os outros dizem! Tanto que quem rir dela vai direto pra orientação! É agora que encaixamos uma frase do grande oráculo Punk New Metal Gótica Hannah Montana:
“Nobody is Perfect!”
É aquela velha história de que “quem morre vira santo”. Todo mundo achava Picasso doido, aí ele morreu e virou mestre revolucionário da arte. Da Vinci também era considerado louco, e hoje tem livro e filme baseado no legado de obras de arte, invenções e teorias que ele nos deixou. Eu ainda estou muito chocado com essa morte repentina do nosso saudoso mestre musical, e abalado psicologicamente também, não consegui parar de pensar nisso um minuto desde as oito da noite de ontem (quinta-feira 25). Nem mesmo quando fomos correndo espionar a Rayanne na sala da Darcy e eu revirei com a cadeira e tudo, caindo de nádegas no chão.
Te juro que eu senti meu corpo voar, foi como se uma força paranormal (nórdica XD) tivesse me lançado no ar. Mas que nada, foi o meu tamanho exagerado combinado com a minha falta de sorte, o meu jeito desastrado e o meu enxerimento de querer sentar no lugar onde deviam ficar os cadernos na carteira. Ali não é lugar de bunda não! Foi de longe a queda mais linda que eu já levei. E o pior de tudo foi que todos os meus amigos saíram correndo sem nem olhar para trás, deixando-me atarracado no chão feito uma tartaruga marinha virada de casco pra baixo. Foi o Fabrício quem me ajudou a levantar, completando com a frase “belos amigos esses, não?”. É, mas Darcy é Darcy e não tem discussão, por este motivo eles estão perdoados.
E quando eu por fim cheguei à porta da sala da Darcy pra espionar ao lado da Suzana e do Pedro, o doido mete a cara no vidro pra ver mais de perto e depois sai correndo e rindo que nem uma jamanta! Eu, na conclusão de que a Darcy tinha visto todo mundo, me meti no estouro da manada e corri pra sala atropelando todo mundo, puxei a cadeira que tinha caído comigo pro chão novamente e me joguei ao lado dela, para o caso de alguém ter me visto, eu poder entrar com o hábeas corpus de que estive jogado no chão o tempo todo. Foi uma cena hilária de se ver, com certeza. Ainda tive de ir de ônibus lá no NAAH/S pra dar de cara com a porta fechada e o expediente finalizado. Eu tinha de entregar uns desenhos que meu orientador vai levar para Belém, e acabei telefonando para ele. Até agora estou esperando ele aparecer por aqui para buscar a encomenda.
E daqui à pouco a Família Casseb aparece por aí pra se hospedar, e depois vamos terminar a noite no shopping, de modo que talvez ele não me ache aqui por casa mais tarde. Se bem que a noite já beira às dez horas e duvido muito que ele vá aparecer, se ele não veio aqui enquanto eu tirava a roupa do varal lá nos fundos... É, mais uma chance que se foi... Se bem que ele tem umas cópias dos meus originais no pen drive e ele pode mostrar um pouco da história por lá.
E fica aqui a marca e a lembrança de não um astro, mas uma Galáxia Pop que nos deixou. Enquanto isso eu fico lembrando do primeiro vídeo de Michael Jackson que eu assisti. Devia ter uns três ou quatro anos de idade quando vi Thriller pela primeira vez, e aquilo talvez tenha sido o estopim para a minha personalidade atual e obsessiva para com casos sobrenaturais, criaturas das sombras e fatos inexplicáveis.

É isso...
Antonio Fernandes.
=D

sábado, 20 de junho de 2009

Epílogo...


Três dias depois...

Bem, Thainá resolveu fazer as pazes conosco, quer dizer, comigo, e deixou o recado para todos os meus outros amigos dizendo que foi meio que idiotice dela ficar com raiva da gente por causa de uma coisa que não tinha nada a ver, era coisa de criança. Chegamos a uma conclusão após três dias de análise do fato e do estado psicológico emocional de garotas que falam com objetos. Primeiro Thainá me disse que a tal garota que passou por fofoqueira na verdade nem está sabendo de nada disso, e nem tem comentado nada desse fato com ela, porque as duas são amigas e a menina teria contado qualquer coisa que estivesse acontecendo. Erick disse que é injustiça ficar acusando essa garota sem saber direito o que foi que ela falou, e disse também que é bem provável a hipótese dessa tal G.B. ter inventado toda essa história de vagina a partir de um comentário que ela escutou, só para não sair de infantil e filhinha de papai da história. Para dar uma apimentada, tornar o caso mais sério e feder as coisas para o meu lado. Ou seja, basicamente a menina contou à G.B. qualquer coisa e a doida foi lá e aumentou a história.
Eu tenho sérias suspeitas de que foi a própria amiga que estava presente no banheiro, dentro do box, quem inventou tudo isso, pois testemunhas afirmam que quando G.B. foi na coordenação, a Vaginão saiu sorrindo pelos corredores. Como se aquilo tudo fosse perfeito! Quanto à mim, perdoei todo mundo e não quero mais nem saber de Garota do Box, Vaginões, Fofoqueiras e muito menos Ex-Namorados-Das-Minhas-Amigas. Pra falar a verdade, foi uma grande covardia dele, ter me ameaçado pelo MSN. Porque ele não se vestiu de homem e veio dizer isso na minha cara?
Bem, esqueçam isso! Já passou. Pois bem, todos continuam me olhando feio pela escola, porque eles têm a certeza de que abri fogo contra o convênio. Estou pouco me incomodando com isso, não sou de me doer por qualquer coisa. E olhar não tira pedaço ;P. Ando por aí com a cabeça lá em cima, com o sorriso de sempre e a mesma gargalhada de balançar as estruturas, ouvindo música e zoando com o Apocalipse Club, e talvez seja isso que mais os incomode. No fundo, bem lá no fundo, todo esse pessoal tinha algo contra mim, e estavam esperando o menor deslize para crucificarem a minha pessoa e me condenarem. Ainda bem que esse foi o último dia de aula e tudo se resolveu.
Foi uma pena que a Bia Ramos faltou à semana toda, seria bem interessante tê-la do nosso lado nesta grande patacoada. Pois foi de longe a coisa mais idiota, infantil, estúpida e... engraçada que já fizeram comigo. A palhaçada do século. Desde o caso Viva Forever em 1998, mas isto é outra história.
Bem, Bia ainda quer a morte com todas as três, e recentemente está dirigindo um filme sobre uma garota que tem o estranho dom de falar com objetos ¬¬’’.
Rayanne só quer a paz, apesar de ser a menina das sombras.
Fabíola continua sonhando com o dia em que irá pendurar a cabeça do Ex-Rayanne na parede.
Erick continua... O Erick!
Irina continua chorando.
Pedro acabou de viajar para a Tailândia com fins de enriquecer as páginas do seu mais novo livro: “Boxes Falantes: Um Ensaio Sobre o Estágio Psicológico de Pessoas Que Falam Com Objetos Inanimados.”. Ele procura uma fonte de verdade em tudo isso, e dizem que boxes falantes habitam as ilhas asiáticas, mas isto são boatos.
E eu continuo aqui, relatando essas coisas para ninguém, porque duvido que alguém leia isso.
=P.


Antonio Fernandes.
“Porque Esquecer é Humano e Perdoar é Divino.”

Uma Garota Louca, Um Box Falante e Um Garoto Com Sérios Problemas Cármicos!!!

Abandonei o blog recentemente, não é, gente? Uma lástima! É que as coisas andam tão loucas ultimamente que eu tenho até medo de rir outra vez... Este tempo em que estivemos separados foi o bastante para acontecerem mil coisas ao mesmo tempo... Apaixonei e desapaixonei, fui mandado para a direção, viciei em Lady Gaga, vixi! A minha imagem está sujíssima na escola. Tudo começou quando a Bia apontou nossa atenção para uma menina que estava conversando com o Box do banheiro feminino, e a garota explodiu em um ataque de nervos sem motivos, até porque nem foi uma brincadeira pesada, e nós, claro, sabíamos que havia alguém ali do outro lado da porta. Mas mesmo assim, a garota voou em cima de nós (Pedro, Bia, Fabíola, Rayanne, Erick, essa turminha e mais eu), e o pior de tudo é que ela começou a apontar pra mim que só tinha rido (não dela, da situação). E como uma pessoa que explode assim não bate muito bem da cabeça, pedi à ela que procurasse o Doutor Castanho, (ou seja, chamei de doida mesmo). Porque, se uma pessoa que você nem conhece voa pra cima de você com o dedo nas suas fuças, alguma coisa você tem que dizer.
Ela se foi, e quando passou de volta, pediu que experimentássemos rir da cara dela para ver o que ela ia fazer... e é claro, rimos. Eu perguntei à ela o que o Box tinha dito que a deixara com tanta raiva, e a maluca foi na coordenadora ¬¬’’. Seria muito pior se tivéssemos deixado o Pedro gritar no meio de todo mundo pelo Box. A coisa foi tão séria que tinha gente pedindo para nós o MSN do Box! Houve comentários após o sumiço dela, dos quais eu não lembro, mas uma garota do primeiro ano que ouviu a conversa, correu pra menina dizendo, caros leitores, que NÓS tínhamos dito que ela estava na frente do Box pra proteger a amiga dela, pois a dita cuja tinha a vagina muito grande.
Muito bem, eu não sei de onde essa garota tirou isso, mas no dia seguinte, a menina levou todo mundo pra Sandra, inclusive a pobre da Irina, outra amiga nossa que só estava sentada no banco ao lado conversando com alguém. Conclusão=Cagada. A garota chegou pra coordenadora, contou esse negócio da vagina da outra, disse que EU, EU fui o que mais baguncei, que eu tinha ameaçado ela de spam através do orkut e mais um monte de coisas. Eu apenas ri pra ela e pedi calma, porque se ela se incomodou com a brincadeira, tivesse vindo e dito na boa que iríamos entender o lado dela, mas ela voou para cima da gente com mais de mil pedras na mão, na maior ignorância como uma louca e a situação tinha saído do controle por causa do consequente pavio curto dela. Disse pra olhar bem pra mim, e reparar se eu sairia por aí falando da vagina dos outros, não sou gente desse tipo e até me senti ofendido com relação à isso, jamais falaria das partes íntimas de quem eu não conheço.
Ela por sua vez, raramente deixava que nós falássemos, e a Bia teve de explicar que não a chamamos de doida por causa do Box, e sim porque ela começou a gritar conosco enquanto podia resolver tudo na paz do universo cósmico cármico. E eu lhe dei o conselho para se inspirar em mim, é claro, que tenho de aturar as brincadeiras e os comentários maldosos dos garotos da sala dela todos os dias, porque eu tenho amigos lá, e eles me contam tudo o que rola por ali. Se eu fosse ligar pra esse tipo de coisa, eu estaria doido (que nem ela XD). E a coisa não para só na escola, tenho de aguentar piadinhas na rua também, e eu nem por isso explodo que nem bomba, e olha que as piadas que eu ouço sobre o meu tamanho e a minha sexualidade são mais pesadas do que um simples comentário infantil de uma garota do 2º ano.
Ela por sua vez, disse que cada um tem o seu jeito de receber as coisas e esse era o jeito dela e ela não ia deixar esse tipo de coisa passar porque nunca fez nada de mal à nós. E eu também nunca fiz nada de mal a ninguém. E ela perguntou se alguma vez ela tinha me provocado. Eu disse que não, mas que seria muito superior e maturo da parte dela se ela ignorasse. Conclusão=ela achou que eu tinha a maior parte da culpa nisso tudo e saiu espalhando pela escola que eu estou perseguindo-a. Haha’. Eu, logo eu que tenho um livro enorme pra escrever, fiquei pra recuperação e ainda tenho de fazer uns desenhos para enviar à Belém... No fim, descobrimos quem foi a garota do primeiro ano, e agora todos querem a morte com ela. Thainá é amiga da menina, e acha que ela está supercerta de contar tudo pra amiga dela, e eu disse à ela que era certo sim, contar, mas nada justificava ela ter inventado a parte da vagina (sério, eu tive que me segurar para não rir disso, não sei de onde essa menina tirou isso!).
Bem, a Sandra deu aquele “ralho” comum de situações como estas, perguntou se tínhamos algo contra a garota do Box (citar nomes é anti-ético), e dissemos que não. Ela interrompeu a discussão com “Já chega” e disse que todos tinham exposto os pontos de vista, que isto sirva de lição para que coisas como estas não se repitam, e que tomemos muito cuidado com os nossos gestos “porque tem gente nessa sala que não disse nada, mas que pelo modo de olhar já diz muita coisa” ela olhou para o Pedro e para a Rayanne. Ela também disse que pelo que ouviu de todos nós, aquilo não passou de um grande mal-entendido, e que seria melhor morrer o assunto ali mesmo. Eu concordei.
E por fim, a G.B. deu seu golpe de misericórdia quando quase chorou e disse que “só houve a necessidade de vir até aqui porque isto nunca tinha acontecido comigo e porque fiquei muito magoada com todos vocês, pois eu admirava muito o comportamento de vocês na escola, e principalmente do Antonio, que eu vi na televisão falando sobre o livro...” Sandra corta: “isso mesmo, eu até achei estranho quando me disseram que o Antonio está envolvido nisso, e sei muito bem que ele já está vacinado contra esse tipo de brincadeira, e fica aí o conselho, não ligar” e ela disse: “isso mesmo, eu mantinha muita admiração por todos vocês, e ainda mantenho, mas não da mesma forma.” ela olhou para mim e finalizou “gostaria de pedir desculpas pelo transtorno, nunca imaginei que essa situação iria chegar a este ponto, muito obrigada, tia Sandra” e saiu da sala.
Um minuto de silêncio para a Sandra dizer:
“Muito bem, muito bem, todos pra sala!” e ainda brincou: “vai todo mundo apanhar, todo mundo de castigo! Pro cantinho da sala!” e rimos todos juntos... Mas a coisa não para por aí CARO TELIESPEEEC! A coisa fica muito pior porque, como eu disse, ela espalhou pela escola que eu estava perseguindo ela, sendo que eu nem olho pra essa garota quando saio da sala, nem nunca olhei. E agora, pelo que eu deduzi, ela contou para os garotos da turma dela sobre o meu relato de comentários maldosos deles sobre mim, e agora, eles querem-nos “Pegar”, dar porrada, bater na gente para ser mais exato. Fui tentar pacificar pelo lado errado, justo pelo ex da Rayanne, pois ele é o único qual eu tenho o MSN lá daquela sala (e o Rildon não tava online).
Ele me deu uma escroteada básica: “para de perseguir as garotas da minha sala, se não, cara, eu te juro, te juro, tu vai se ferrar”. E eu disse à ele que não perseguiria ninguém jamais, e disse à ele que toda aquela situação foi resolvida na coordenação, e também disse que não sou nada disso do que eles estão pensando porque eu não sou esse tipo de pessoa, eu até gosto da G.B. (mentirA!), esse tipo de coisa não faz parte do meu perfil, e quem me conhece de verdade sabe do que eu estou falando. Entre alguns xingamentos e ameaças, dizendo que eu estava “enchendo o saco” dele e das meninas da sala dele (como se eu não tivesse mais o que fazer), eu fechei a janela e exclui o contato de e-mail do Messenger. Legal, tentei pacificar pelo lado errado e me ferrei em dobro. Juro que não tenho nada contra essa garota, pra falar a verdade, acho que é ela que tem algo contra mim porque ela fica me encarando feio de longe. Pra começar, quem fica fazendo as provocações é a Bia, e eu até peço que ela pare às vezes, porque o novo alvo dela é a garota do 1º ano que contou a grande mentira. Bia disse pra eu não esquentar que isso não tem nada a ver. Mas não é a imagem dela que está suja, é a minha, e eu sou escritor, não posso ter fama de perseguidor! E eu nem estou perseguindo essa menina! MEU JESUS! SEEEEEEEEEEEEENHOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOR!
Essa é a prova mais concreta de que eu tenho realmente alguns problemas cármicos com a minha vida passada.
E o mais cômico de toda essa situação, é que se fosse eu quem estivesse fazendo todo esse show de coitadinho perseguido pelos outros, se fosse qualquer um de nós do 2º ano, seríamos tachados de galas-secas, filhinhos de papai, de bebês-chorões, de infantis e bobos. Mas como é uma aluna do terceiro ano, todo mundo se compadece, e eu tenho certeza que todo mundo se compadeceria de qualquer um, e agora somos os grandes vilões da escola. Fico me perguntando se as pessoas que me provocam e fazem brincadeiras sem-graça comigo ficam se sentindo perversos depois que descobrem a fama de malignos, de perseguidores. Eu duvido que sim. Agora eu posso dizer que experimentei os dois lados da moeda, e posso dizer em fim que não tenho sorte MESMO. Quando saio de vítima, faço papel de idiota, quando saio de vilão, faço papel de imbecil. Como diz o Conrado de “Fudêncio e Seus Amigos”:
“Eu só me fodo nessa merrrrda!”
E qual a lição que tiramos de tudo isso? Não importa o lado em que eu estiver numa briga, sempre vou sair perdendo, porque eu sou um grande imbecil. E a moral de tudo é:
“Ursos comem mel, Papel higiênico fede e garotas loucas falam com boxes, portanto, quanto mais se cutuca a merda, mais ela fede.”
E vamos aproveitar que é o último dia de aula para curtir bastante!
Desculpem os palavrões, sou discípulo de Dercy Gonçalves! -.-v
Juro que jamais vou voltar a sorrir de piada alguma depois dessa!
E então é isso, a última grande aventura do Apocalipse Club está longe de terminar porque eu sei que isso ainda vai render muito.
Ah! Não acreditem nos corpos e nos destroços do airbus que caiu no mar, aquelas são provas implantadas pelo governo dos Estados Unidos!


Pois é, não se esqueça de alimentar o gato.
E não coma peixe.
Antonio Fernandes.
=*~

domingo, 7 de junho de 2009

Crítica de Filme.

Não sou crítico cineasta, mas não gostei mesmo de Crepúsculo. Sim, eu li o livro e acabei de ler recentemente o terceiro, Eclipse. E posso dizer que é uma série boa e a história é ótima. Tá legal, a Bella é uma safada egoísta e ambiciosa, mas eu engulo isso porque as batalhas e as histórias pessoais dos personagens vampiros são ótimas.
Mas, sinceramente, se fosse para fazer um filme daqueles, eu não queria não. Robert Pattinson fez a PIOR interpretação de vampiro que eu já vi até hoje. Nossa, foi horrível, eu imaginava Edward muito mais ameaçador e... sedutor com certeza. Mas o tal Robert interpretou o vampiro mais PATETA da história, terrível, não gostei.
Pô, milhões de vezes Entrevista Com Um Vampiro do que isso...
Os outros intérpretes de vampiro ficaram de parabéns como o que interpretou Jasper, a Rosalie e os vilões, os pais de Edward e Emmett também foram muito bem. Mas Robert Pattinson? ECA!

NOTICIA!!!!!!!!!!!!!!! NOTICIA!!!!!!!!!!!!!!!!

"Rio - O comandante de uma aeronave da companhia espanhola Air Comet que ia de Lima, no Peru, a Madri, na Espanha, disse ter visto uma forte luz branca em trajetória descendente no mesmo horário em que o Airbus da Air France desapareceu no Oceano Atlântico. De acordo com o jornal espanhol El Mundo, o piloto também relatou que, naquele momento, foram registradas tormentas com forte atividade elétrica na região. O piloto da Air Comet fazia o voo 974 e teria decolado de Lima às 22h25 de domingo (no fuso horário espanhol). O comandante informou à companhia que o clarão que avistou ao sobrevoar o oceano se dissipou em cerca de seis segundos. O brilho forte também teria sido visto por outro integrante da tripulação que estava na cozinha dianteira da aeronave."

trecho retirado de um post do site Sobrenatural.org

leia postagem completa no link abaixo:

http://www.sobrenatural.org/noticia/detalhar/8070/piloto_de_companhia_espanhola_viu_forte_clarao_na_rota_do_airbus/#comentar

sábado, 6 de junho de 2009

GENTE DO CÉU!@!

http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=6098

O Misterioso Caso do Voo 447 - Airfrance.

GEN-TE!!! Acho que to com gripe suína!!! OMG!!! DQMDF!!!
Bem, desculpem-me por ter abandonado o blog ultimamente... Sabe como é, duas semanas seguidas de prova atrás de prova, mesmo não querendo, a gente tem que estudar pra ver se aprende alguma coisa além de falar mal dos outros e ficar sonhando com um futuro que só vai acontecer daqui a cem anos... Ou três... Vocês já ouviram falar do Apocalipse 2012? Pois é, o povo Asteca previu que o mundo iria acabar em dezembro de 2012, lá pelo dia 16 ou 25... PREPAREM-SE! Hehe’, brincadeirinha... Sei lá né? Vai que é verdade e a gente fica brincando com coisa séria!
Bom, ainda estou um pouco chocado com o acidente-relâmpago do Airbus da Airfrance. Pode não parecer, mas isto me abalou muito, muitíssimo. Eu ainda estou estarrecido até agora com a rapidez que isso aconteceu, nem ouve precedentes nem nada, o avião, tipo, BUM, sumiu do mapa... Agora que estão achando os restos da “lataria” da aeronave eu estou mais calmo e fico imaginando se ainda há esperanças de alguém estar vivo nesse oceano tão grande, perdido em alguma ilha deserta ou vagando pela imensidão azul. Porque, tipo assim, vocês já pararam para pensar O QUE É o oceano? Nossa, é algo gigantesco, por exemplo, cabe uma Cordilheira dos Andes inteira lá embaixo e ainda sobra espaço, porque bem na área onde o avião desapareceu há uma cadeia de montanhas muito semelhante à nossa cordilheira da América do Sul, o que reduz a chance de encontrarem a caixa preta a -100.000.000.000.000%. É como procurar uma agulha no palheiro.
Fico imaginando o estado emocional e psicológico dos parentes das vítimas. Na verdade, fico imaginando mesmo o estado emocional e psicológico das pessoas que estavam dentro daquele avião! Já pensou? A Bia Ramos lá na manha, com as perninhas cruzadas, balançando a melissinha dela e ouvindo música gospel pra relaxar o espírito, você lá do lado dela e de repente... PAH! O chão some debaixo dos seus pés, seu estômago vai pra boca, as luzes falham, você ouve gritos, as coisas estouram e pronto, acabou tudo. Deve ser a pior situação de todas, imagina o desespero que isso dá. Ver que a sua vida vai acabar ali, sem motivo algum, é o horror supremo, com certeza. Isso se nós descartamos da lista as pessoas que não conseguiram se soltar dos cintos de segurança e morreram afogadas e esmagadas pela pressão da água a dois mil metros de profundidade. Cara... É horrível, com certeza, acabar desse jeito. Que Deus guarde a alma dessas pessoas em bom lugar ao lado dele na paz eterna.
UM MINUTO DE SILÊNCIO -.-/
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Tá legal. Acho que já está bom. Mas realmente, é algo terrível, realmente terrível, não consigo nem imaginar essa situação, nem quero vivenciá-la de maneira alguma. Me dá até uma agonia interna, uma espécie de convulsão misturada com medo e culpa por não poder estar lá para fazer alguma coisa. Agora eu que tenho nada a ver com isso já me sinto assim, imagina os parentes, imagina a situação deles! Sem palavras. Às vezes eu tenho vontade de estar lá para abraçar cada uma daquelas pessoas, tantos as que perderam parentes como as que sumiram no mar, poder reconfortá-las de alguma maneira e dizer que tudo vai ficar bem, mesmo sabendo que as chances são poucas.
Um grande mistério ainda assola esse acidente, uma poeira negra paira sobre as verdadeiras causas disso (desculpe pelo “negra”, Pedro.). Vocês também não acham que algo muito estranho sobrevoa esse acidente de alguma forma? Ainda existem muitos mistérios em torno deste caso. Primeiro porque, pelo que eu lembre nesses meus 16 anos de vida, os acidentes com vôos comerciais que sobrevoaram o mar foram poucos, e dos poucos que ocorreram, muitas coisas foram encontradas. Agora, neste caso foi diferente, muito diferente. Nos primeiros dias, o avião simplesmente foi dado como desaparecido, sumiu do mapa, escafedeu, evaporou, puf. Aviões vasculharam a exata área em que ele desapareceu, seguindo pistas não muito confiáveis sobre outras aeronaves que avistaram coisas semelhantes a destroços e luzes piscando no mar. Nada. Simplesmente nada. Só azul, azul e mais azul. Algumas baleias, algumas focas, e mais azul. Tudo parecia muito calmo, calmo até demais, eu diria que tenebroso até. Sim, porque se um avião DAQUELE tamanho explodiu em algum lugar ali próximo, alguma coisa deveria ter sobrado vagando pelas redondezas.
Nada.
Absolutamente nada.
Enquanto isso, os engenheiros aeronáuticos e especialistas vagavam entre teorias e suposições bem possíveis como o avião ter sido acertado por um raio. Mas, segundo a empresa que fabrica esse tipo de aeronave, aquela máquina colossal voadora tinha tecnologia o suficiente para fazer o retorno e resolver o problema, além disso, os pilotos eram mais do que experientes no que faziam, e tendo mais ou menos onze mil horas de vôo, saberiam exatamente o que fazer numa situação daquelas. E com certeza foram preparados para isso, sabendo que aquela área de choque entre as placas tectônicas abissais fica exatamente abaixo de uma zona de convergência climática, onde ocorrem milhares de milhões de tempestades por ano por causa do choque entre as correntes de ar, os ventos para ser mais exato, que carregam consigo temperaturas variáveis e muita eletricidade.
A única pista que há sobre as verdadeiras causas do desaparecimento da aeronave é a mensagem automática que notificou uma falha no sistema elétrico. É claro que, como eu já disse, um raio não seria o bastante para derrubar uma coisa DAQUELE tamanho. Muito bem, muito bem. Quem aqui já assistiu a série de filmes “De Volta Para o Futuro”? Os fãs e as pessoas que prestam bastante atenção no que estão vendo sabem muito bem que, para a máquina do tempo em forma de carro poder atravessar o tempo e o espaço, é necessário que o veículo seja atingido por um RAIO. Tendo isso como base, logo que o mundo foi notificado sobre a possível causa, deduzi por mim mesmo que talvez, apenas talvez, aquelas pessoas tenham atravessado um vórtex espaço-temporal criado pelo choque de partículas que... AH! VOCÊ ENTENDEU! Basicamente, quis dizer que os passageiros atravessaram para outra dimensão.
Havia uma probabilidade, é claro, antes de acharem alguns destroços boiando um pouco mais distante dali... Ou seriam falsos destroços implantados como os da série LOST? Quiçá, o governo dos Estados Unidos esteja camuflando algo grande que esteja ocorrendo neste exato momento debaixo dos nossos narizes conformados? Papo de maluco? Você é quem sabe ;P.
Entre comentários da Senhora "Missy Montgomery" sobre os passageiros estarem abrigados em uma ilha secreta como no seriado, ficamos boiando entre uma teoria mais maluca que a outra. Há probabilidades, é claro. Não podemos descartar nada, do jeito que o mundo tá, daqui a pouco isso vira o programa da Eliana na Record.
Mas é bem melhor acreditar que estas pessoas estão vivas em alguma ilha ou dimensão paralela do que materializar nos nossos corações a morte dolorosa que cada um daqueles seres humanos teve.
Pessoas com vida.
Pessoas com lembranças.
Pessoas com famílias.
Pessoas com história.
Pessoas com Sonhos.
Pessoas como EU e VOCÊ.
E aquela idiota daquela DRAGÃO DE KOMODO ainda é toda metida, se acha a princesona esnobando os outros, mesmo podendo estar no lugar das pobres vítimas dessa tragédia, mesmo sendo tão frágil e maleável quanto qualquer um de nós...
ISSO É UM TOQUE VIU, DONA DRAGOA-PENTEADINHO? SE LIGA!










(imagem 1: o avião desaparecido/imagem 2: o filme De Volta Para o Futuro/imagem 3: vortex no céu/imagem 4: nossa querida amiga "Penteadinho")

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Mais Uma Das Minhas

Ótimo, era tudo o que me faltava!!!
Tah legal, na segunda feira fatídica meu pen drive queimou, e agora, mais uma vez, estou órfão de pen drive, usando o pen drive da minha irmã. Ela é chata e leva uma vida boa, mas é bem legalzinha... até porque eh necessidade neh gente?? eu ando com meus originais todos no pen drive, eh a minha vida, totalmente.
Ontem, o tal do João terminou com a Rayanne e ela quase teve um ataque de eplepsia na frente da escola, e eu fiquei totalmente assustado com aquilo. E muito revoltado, com certeza. sabe o que é uma garota odiar um garoto e não ir com a cara dele de jeito nenhum? assim era a Rayanne, mas o tal de João fez que fez que acabou conquistando a garota, e ela ficou arrebatada de uma maneira que ela nunca imaginou ficar, até porque nunca tinha gostado de ningueém de verdade, e pela primeira vez em toda a sua vida, se entregou de corpo de alma a uma coisa, mudou de personalidade e passou até a ser mais carinhosa com os outros, sendo ela, ex-rainha do gelo, fria e antisocial. Mas sabe o que ele fez depois de conquistar???
Cuspiu e escarrou tudo isso, sem nem ligar pros sentimentos que ela havia desenvolvido por ele. O mundo não é mais o mesmo.... O que está acontecendo com as pessoas???
Suspeitamos que ele terminou o namoro simplesmente porque os amigos dele, e os amigos dela (ou seja, nós), não se davam bem de jeito nenhum. E ele, como é frouxo e maria vai com as outras, não é homem o suficiente para assumir riscos, ficou com medinho como uma bichona e largou a GOSTOSA (XD) da Rayanne.
Liga não amor, agent tah aqui viu???

Entre outras cagadas, continuo subindo no onibus errado vez ou outra, esta semana mais do que o normal. E consequentemente sempre vou parar no Congós ¬¬''
e hoje foi um exemplo. tava chovendo, entrando água dentro do meu sapato, desci naquela feira do agricultor que fica de fundos com o Buritizal e marca a entrada do Rabo da Gata (XD), e tive de voltar pra casa andando e descalço ainda por cima. Sem contar do velho bebado que apareceu na frente da escola neh? OH mico!!! O véio virou atração turistica daquela escola em que coisas não tão comuns vivem acontecendo.
Estou esperando respostas via-email das editoras e recentemente recebi uma proposta de ida para Belém apresentar os meus livros para Gente Grande da literatura e das editoras.
Esta eh a minha grande chance!!!
XOXO

domingo, 17 de maio de 2009

Aventura ou Desventura? - The Apocalipse Club

Após o desastroso desfecho causado pelo artigo anterior “Diferença Social Começa na Família”, que por um acaso rendeu um abalo familiar “daqueles” envolvendo telefonemas furiosos, pais injustiçados e irmãs agredidas pela verdade, confrontei minha primeira crise como jornalista. Me foi exposto o pior lado desta profissão: o simples fato de que NINGUÉM gosta de ouvir verdade.
A verdade... Algo tão correto, mas tão agressivo. Fazer o quê? Não posso desistir da minha profissão, jamais, e me desculpem Pai, Mãe e Irmã, nada posso fazer se apenas escrevi o mantra que repito todo dia desde que eu acordo até a hora de dormir. De fato, esqueçamos este episódio deprimente e seguemos adiante, porque é pra frente que se anda... Ou você é caranguejo para andar de lado? ;D.
Bem, a última sexta-feira (15 de maio) rendeu bastante, até demais. Entre brigas de irmãos, “Ômegas Masters” e tropeços na esquina da casa do Pedro, fugimos da aula do Lúcifer à tarde e partimos para o Anime Club, descendo para o centro feito manada, tivemos de ir acordar o Pedro para irmos até lá, porque ele fez todo mundo vir de tarde e resolveu faltar. Como ele mora na outra rua, foi muito fácil ir lá perturbá-lo para descermos até o centro da cidade como um sexteto de retirantes vestidos de laranja, que é a cor do nosso pavoroso uniforme. Convenhamos, aquela blusa me engorda completamente ¬¬’’.
Falando em gordura, pois o Jorian, na aula dele de tarde não sentou do meu lado só pra dizer que eu ganhei peso? Dizendo ele que o meu rosto tinha ficado mais redondo, que eu tava mais forte... É claro, eu tô crescendo! Ou ele se esqueceu de que eu tenho 16 anos e ainda tenho mais dois para crescer um pouco mais? Professor que se mete na vida de aluno é foda. Toda vez, desde a oitava série, ele só fala comigo pra dizer que eu engordei ou pra perguntar como vai o meu pai, já que ele está à par de toda a situação do Vale do Jarí e tem um interesse demasiado na condição financeira dos pais de certos alunos, como costumam dizer alguns amigos meus do 1º ano, e realmente, eu já havia percebido isso. Opa, falei verdade de novo, e isso vai dar cagada! Ah, tanto faz, é do Jorian mesmo...
Voltando ao assunto do nosso passeio na tarde de sexta, foi uma experiência bem interessante, é sempre muito bom estar com os melhores amigos, e desta vez não havia Erick algum para cortar o clima de amizade. Não ocorreram brigas o percurso todo, e foi tudo risos e piadas até a Fabíola ter uma crise de arrependimento e querer voltar quando alcançamos o Parque do Forte. A garota quase chorou. E pra completar, quando descíamos para a parte baixa do parque, que fica diante do Supermercado Yamada, o Gabriel teve um surto de raiva quando decidíamos se sentávamos nos “morrinhos” ou caminhávamos à beira do rio.
- Você pode ir passear por onde quiser, pois eu vou voltar para casa! – desse jeito mesmo, todo formal. A frase saiu tão formal e direta que foi quase um soco. Quase não, foi um grande soco. E eu comecei a suspeitar de que ele vinha ensaiando dizer isto desde que saímos da escola, todo mal-humorado e direto do jeito que ele é.
- Papai falou para voltarmos juntos! – gritou a Tchuruleff (qüinquagésimo-sétimo apelido da Fabíola) quando o Gabriel já estava relativamente longe.
Não me lembro dele ter respondido algo, mas se respondeu, deve ter sido parecido com isso:
- Não estou nem aí!
E forçamos Fabíola a ir com ele, para que isso não rendesse mais problemas do que já rendera até agora. Ela foi triste e sem vontade atrás deles, e eu particularmente fiquei preocupadíssimo com aqueles dois. Fabíola daquele jeito estourado, confuso e ingênuo dela, e o Gabriel todo violento, sério e explosivo dele... Duas mini-feras perdidas no comércio suspeito de Macapá certamente ocasionariam numa desgraça.
Depois de eu e Rayanne observarmos eles sumirem de vista entre os passantes e os corredores da calçada branca às margens da grama verde sob o céu nublado, ficamos com um enorme peso na consciência por deixarmos irem assim, daquele jeito.
- Gente, eles são nossos amigos, um pouco doidos, confusos e anormais, cheios de dilemas desconhecidos, mas são nossos amigos – eu disse para a cara confusa do Pedro e para a cara de desgosto da Bia. A Rayanne eu sabia que viria comigo atrás da Fabíola que é tão amiga dela quanto eu. – tenho certeza de que eles não nos abandonariam em momentos difíceis!
Não foi muito difícil achá-los. Fabíola já estava praticamente chorando quando os encontramos margeando o sujo canal próximo à Magazine Brasília em meio ao caos do trânsito, dos vendedores ambulantes e dos pedestres, com o vento açoitando suas marias-chiquinhas e seus peitões descomunais para uma garota de 15 anos daquela estatura. Um perigo deixá-la solta daquele jeito. Tão sensível, chora por qualquer besteira, e já imaginávamos encontrá-la desolada como estava, e ela ficou muito feliz ao nos encontrar novamente, revelando a mim que por um momento pensou:
“Que tipo de amigos são esses que te jogam como se fosse lixo no meio de um lugar desconhecido? Que te mandam ir embora sem ao menos tentar ajudar?”
Ah, e ela também confessou que, em um momento de desespero, chegou a apertar o peito de uma mulher desconhecida na parada quando a mesma disse que ia pegar o ônibus para o bairro Jardim, sendo que Fabíola tinha de pegar o que ia para o Zerão. Eu ri tanto quando ela disse isso que quase morri do coração. E depois de andar mais um quarteirão subindo de volta à escola, em meio às risadas, eu vi que do outro lado da rua, diante de uma grande loja de pneus daqui de Macapá da qual eu não lembro o nome, o ônibus Buritizal-S.Camilo, o meu ônibus, parou. Nem consegui me despedir direito do pessoal, porque atravessávamos a rua movimentada em meio às buzinas de forma perigosa, e eu não podia perder esta chance de ir para casa sem ter de esperar muito, e na pressa subi ao coletivo sem pensar duas vezes. Só deu tempo de ouvir a Bia gritar:
“Bum e o ônibus!” e eu me virei para rir.
Mal eu sabia que caminhava para a morte!
Quando dei por mim, o ônibus tinha passado o conjunto Laurindo Banha e tinha se embrenhado nos becos e ruelas do perigosíssimo bairro dos Congós. Esconderijo de traficantes e assaltantes! Acreditam que o ônibus passou o Ciosp? Nessa hora eu já tava com o coração na boca porque era chegada a parada final do ônibus: o terminal. E olha, fazia um bom tempo que isso não acontecia comigo. Só havia acontecido duas vezes: uma quando eu morava no bairro Universidade e outra quando tinha acabado de mudar para o Buritizal, e todas as vezes eu fui parar no Pacoval!
Agora imaginem, EU, daquele tamanhão todo, agarrado à minha mochila fitando todas as cadeiras vazias diante de mim, dentro do ônibus. Cenário desolador!
E disque quando eu vi, passei a esquina da casa da Bia! Deu tempo de olhar pra rua paralela à asfaltada e dar tchau para os muros altos da fortaleza onde reina Irene Albarado com mãos de ferro.
É, foi um grande pesadelo. Mas foi fácil voltar pra casa, foi só subir no próximo ônibus, o das 6:27 sob o olhar suspeito de dois homens estranhos e um com cara de macaco. Eu tinha certeza de que se a porta daquele negócio não abrisse naquela hora, era tchau celular da Iêda!!! Os dois homens na verdade eram moleques, talvez da minha idade, parados do outro lado da rua um do lado do outro, só me olhando, acompanhando cada movimento eu enquanto o outro com cara de macaco se postava do meu lado. Não sei se eram assaltantes, podia ser alguma paranóia minha sobre estar perdido lá pras bandas do Novo Buritizal após ter ouvido anos de histórias verídicas sobre assaltos naquela área. Não podemos suspeitar dos outros indevidamente.
Quando cheguei, estava sujo, fedido e com sérios traumas psicológicos que foram superados com um bom copo de coca-cola, biscoitos de castanha e um rápido telefonema à Rayanne que contou detalhes da volta à escola. Gabriel voltou bufando, soltando fogo pelas ventas enquanto a Fabíola segurava o choro. Pedro mandou ele parar com aquilo, mas ele só virou pra trás, olhou feio e apressou o passo a frente do grupo. Ela acrescentou mais um detalhe sobre uma parada em algum lugar para assistir televisão, mas não entendi o nome do lugar. Mamãe, como sempre, pacifista, riu da situação quando contei para ela e achou tudo aquilo nada demais. Mamãe é acostumada com este tipo de coisa, eu não. Mas logo acostumo, ela vai me ajudar com isto.
Ah, eu e Rayanne achamos o nome perfeito para o nosso grupinho formado por pessoas nada normais que simplesmente tem nada a ver umas com as outras, mas mesmo assim mantêm uma amizade muito mais forte e verdadeira do que a amizade mantida por pessoas que tem absolutamente tudo em comum:
The Apocalipse Club.
Porque todos nós passamos por um Apocalipse pessoal, e saibam que após o Ragnarök o mundo sempre renasce =).
Espero que este artigo não vá dar confusão.
Espero mesmo.

Mande lembranças aos seus avós ;x
Antonio Fernandes.

(Aguarde o próximo capítulo de The Fake e o relato completo da visita da nossa turma à Usina Paredão. Estou com medo de ter escrito alguma coisa que vá acarretar mais confusão.)








(foto 1: da viagem/foto 2: a briga foi um erro.../foto 4: anime Tsubasa Chronicles que eu odiei o final/foto 3: Fabiola em seus trajes de serva XD kkk)

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Gente, liga não, to sem idéias pra matérias novas
e estou em dúvida quanto a colocar as três matérias que escrevi sobre a nossa viagem à Usina Paredão, tenho até medo do que pode acontecer agora.
Enquanto isso, visitem a Desciclopedia, O Boca do Inferno ou o Sobrenatural.org

=P
"Isto nón Eczisteee!!!"
"Dirty Old!!!!"
Professora Helô sobre Velha Suja.
(velha suja=personagem criado por mim e Bia)

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Haha'

Gente, meu pai ficou triste por causa das minhas declarações no último artigo
poxa, pai, eu te amo
Não esquenta não, pai, eu te amo mesmo
Isso foi só um artigo, só pra expressar um pouco o sentimento do momento.
Não leva muito à sério não tá?
Do muito valor no que tu faiz por nós e agent te ama
e eu precisava fazer um artigo sobre relações familiares e relações sociais, e peguei o nosso exemplo =P~
Lembre-se, meu compromisso é com a verdade.

hahaha

brincadeira, te amo


=*~

domingo, 10 de maio de 2009

Diferença Social Começa na Família!

Sabe o que eu finalmente percebi depois de todos esses anos?
Simples: a divisão social começa dentro de casa, na própria família.
No topo da pirâmide estão os burgueses, no meio, a classe média, a classe baixa e os miseráveis =$.
Os três componentes do meio, abaixo da burguesia e da miséria englobam o que chamamos de proletariado. A burguesia é composta excepcionalmente por políticos e chefes de estado, nada mais, e o proletariado é composto da grande maioria da população que ganha o dinheiro suado do dia-a-dia na batalha de sol a sol, ou dentro de um escritório assinando papéis até a mão quebrar.
Podemos fazer uma leve comparação entre o sistema social e o ambiente familiar, vejam só:
Acima de todos está a burguesia, que é composta pelos irmãos mais novos e os pais. Abaixo deles vem a classe a classe média e a classe baixa, composta por nós, queridos amigos, os irmãos mais velhos e os irmãos do meio, dando origem a uma nova classe, a classe média-baixa. E aí, o que acontece? Simples, visualize o seu irmão (ou irmã), caçula, aquele mesmo, aquela mesma, que chega da aula e já vai fazendo bagunça, que dorme até 1h da tarde, que não lava uma louça, não sabe fritar um ovo, que larga roupa íntima no banheiro, que vive emburrado, que responde para os pais sempre que é contrariado(a), que só sabe comer e dormir, esse mesmo aí que você conhece muito bem, típico habitante de um quarto cheio de brinquedos, acumulados durante anos e que estão amontoados por todos os cantos em uma zona infernal, estes mesmos que são velhos conhecidos nossos, que adoram faltar às aulas e pouco ligam pra qualquer coisa.
O que acontece quando os irmãos mais novos pedem algo para os seus pais?

Situação 1.1:
Aniversário da minha irmã mais nova, 8 de maio, ela queria ganhar um MP5 de 250 reais. Algo obviamente DESNECESSÁRIO para uma criança de 11 anos.
- Pai, eu quero um MP5! – ela pediu, por telefone, já que o papai mora longe.
- Pede pra sua mãe ver quanto é que tá custando que eu mando o dinheiro.
E eis que na manhã do grande dia, lá estava o aparelho, nas mãos da mamãe.

Situação 1.2:
Deputados/Senadores/Ministros ou seja lá quem eles forem, o que importa é que são burgueses, exigem aumento em 40% dos salários que estão supostamente em torno de 50.000, e arrecadando mil e poucas assinaturas, conseguindo facilmente o que querem sem o mínimo de baderna, choro ou vela.

Situação 2.1:
Meu aniversário, início do ano, 18 de janeiro, eu estava louco pelo lançamento do momento: o livro Eclipse de apenas 40 reais.
- Eu quero ganhar o Eclipse, mãe, quando a senhora vai comprar? – eu perguntei.
- Assim que sair o salário, eu prometo que eu compro! ^^v – ela respondeu.
Saiu o salário, tudo foi gasto, ninguém lembrou-se do meu presente. E de nada ia adiantar pedir do papai. Fiquei sem presente de aniversário pela primeira vez.

Situação 2.2:
O proletariado operário da empresa Bia Ramos S.A. está necessitando de um aumento nada significativo do salário em 20% por causa das horas extras e do aumento dos impostos. A chefona Bia promete o aumento do salário para o próximo mês, mas a partir daí, ninguém mais encontra ela em casa, no escritório, no celular, no e-mail, no MSN... até o perfil no orkut ela exclui pra se livrar da cobrança.

Situação 2.3:
Eu, filho mais velho e escritor, estou sem internet para as pesquisas do livro, para comunicação com as editoras e para pesquisas escolares mesmo. E, além disso, meu computador que já não funcionava muito bem agora inventou de reiniciar sozinho mil e uma vezes, dificultando muito meu trabalho.
- Pai, to precisando de um computador novo com internet, sabe, é necessidade, não vai ser para brincadeira, preciso montar um blog para divulgar meu trabalho e vou precisar ter internet sempre por perto pra atualizar quando puder, e preciso manter contato com as editoras também. E além disso, não consigo mais escrever com tranqüilidade porque o computador tá muito velho, demora a ligar, reinicia e pra completar tem uma faca enfiada no monitor para ele poder ligar. Será que o senhor poderia me financiar?
- Pra que que tu queres já? – ele perguntou depois de eu ter explicado para que eu precisa – isso não é papo teu é? Porque se eu te financiar e tu ficar só brincando ao invés de fazer pesquisa pros teus livros, nada feito. E tem mais. Já viu os preços? Já observou os planos para internet sem fio? Já montou o teu blog? Já sabe o que vai fazer? Sabe como mexe num blog? Tá escrevendo o teu livro? Eu quero ver o projeto desse blog PRONTO pra poder te ajudar, porque se não, nada feito. E tem mais. Trata de cuidar direito do computador novo que eu comprar pra ti porque aquele que tá ali devia ter durado uns vinte anos e só durou cinco, eu não sei como isso é possível, será que tu escreve tanto assim? – e ele não sabe como! – blá blá blá blá...
Eu, como bom filho, cumpri com todas as exigências, passei o site da Claro3G, mandei o preço do computador completo mais barato da cidade, montei o blog (e o estou utilizando!), sentei e esperei................................................ E estou esperando até agora!!!

Como comparação ao proletariado, eu procuro sempre freqüentar todas as aulas todos os dias da semana, e estas que são diariamente de manhã e de tarde. Faço todas as minhas tarefas de casa, capricho nos meus trabalhos, estudo para as provas, escrevo o terceiro volume de As Dellabóboras, atualizo o blog toda semana, e ainda por cima, quando chego em casa, ao invés de descansar, sou forçado a lavar cocô de gato, varrer a casa, arrumar o quarto, lavar a louça, colocar a cozinha em ordem, dar uma bronca na irmã pra ver se ela toma jeito e por causa disso às vezes deixo de estudar. Pra completar, ainda sou cheio de problemas pessoais e conflitos internos que fico remoendo dentro de mim dia e noite, porque quando sento pra tentar expor algumas coisas para a minha mãe, ela está ocupada demais para me ouvir ou não presta atenção porque, como eu, também está muito fatigada. Só resta me abrir com os meus amigos que me ouvem com muita atenção, mas não podem fazer nada... E QUEM PODE???? Ainda tenho de me preocupar com a minha educação, com a minha imagem, passar uma boa impressão para as pessoas – o que nem sempre funciona – Sim, porque se eu der um deslize, e por um acaso esquecer de falar com alguém ou ficar sério demais como de costume, minha mãe me crucifica. Tenho que pegar ônibus pra voltar pra casa sendo que a outra vai e volta de carro, com a mamãe ou com o MOTORISTA particular, e pra completar, mamãe nunca está satisfeita com meus serviços domésticos e vive gritando pra lá e pra que eu não sei fazer nada direito... Me responde, tem como aguentar isso??? Entre outras coisas do dia-a-dia, desastres amorosos anuais e catástrofes diárias, eu merecia uma compensação assim como meu amigo trabalhador que vai de sol a sol ganhar o pão de cada dia. Mas não, assim como você, irmão (glória a DeuS!), eu também só ouço reclamações em troca e não sou recompensado!!!

DENÚNCIA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Sem contar o pequeno detalhe dos animais de estimação, que são a base da pirâmide ocupando o lugar da classe baixa e dos miseráveis. Vocês podem achar essa comparação horrível e agressora, mas é verdade e eu tenho um grande compromisso com a verdade, quer vê, olha só: os animais de estimação só servem para as crianças brincarem de vez em quando ou alimentar quando eles pedem comida. Assim é a classe de baixa de renda, os nossos governantes e as autoridades brincam e fazem festinha com essa gente quando chega Natal, Páscoa e etc., dá comidinha, cesta básica, leva pra televisão... Mas aí, quando passa época de festa, governo deixa todo mundo de lado e isso é uma pouca vergonha safada e deslavada! FORA GRIPE SUÍNA! A gripe suína da qual eu falo não é o vírus da gripe A, e sim a gripe da hipocrisia e da demagogia que afeta os nossos governantes e autoridades, verdadeiros PORCOS!!!

terça-feira, 28 de abril de 2009

As Dellabóboras Volume 3 - A Caixa de Pandora (Resenha).

O volume 3 da saga de Afonsa Dellabóbora chama-se AS DELLABÓBORAS – A CAIXA DE PANDORA. Neste terceiro livro, as nossas quatro garotas e seus amigos, companheiros fiéis, estão mais maduros, mais complicados e mais apaixonantes. Entrando na adolescência, Afonsa tem de se dividir mais ainda entre o mundo mítico que envolve bruxas e seres encantados chamado Mundo Oculto e o mundo real, onde amores e conflitos rolam soltos como cabras numa colina. Nesta misteriosa continuação, Afonsa, agora com 13 anos, vai ter de lidar com a realidade mais do que nunca por causa de uma terrível fatalidade que ocorreu no final do segundo livro e que pode dar fim ao seu conto de fadas às avessas, em que a princesa é a bruxa.
Em As Dellabóboras Volume 3, as Primas Dellabóboras irão descobrir que a aparição destas estranhas criaturas nesta esquecida vila envolve muito mais do que a preferência do sobrenatural por lugares longínquos e esquecidos do resto do mundo: uma profecia está correndo solta de boca em boca, as forças da natureza e as entidades lendárias que regem o mundo e as leis universais estão agitadas, pois um grande acontecimento vem a seguir, mas ninguém tem idéia do que possa vir a ser isso... Ou talvez Srta. Patapaposa saiba...
Este catastrófico acontecimento vai dar um basta na eterna batalha entre o céu e o inferno, pois uma criança escolhida caminha entre nós, e esta criança talvez habite a vila, e isto esteja atraindo todos estes demônios para uma só localidade. Para piorar a situação, a tão famosa USM, União Superiora Mágica, famosa por reger o Mundo Oculto com mãos de ferro na verdade está borrando as calças de medo, pois os profetas, médiuns, astrônomos e videntes desta corporação secreta já avisaram que a coisa vai ser feia, e que o regente dos demônios, Lúcifer, está atrás de algo que vai impedir o equilíbrio das forças para sempre... A Caixa de Pandora.
E isto envolve as garotas e seus queridos amigos mais do que eles podem imaginar. Que segredos catastróficos vão rechear as páginas deste irresistível continuação? Só lendo para saber!

(As Dellabóboras: nomes, personagens e direitos autorais protegidos por lei.)

As Dellabóboras Volume 2 - A Bússola Bizarra (Resenha)

O volume 2 desta incrível história chama-se AS DELLABÓBORAS – A BÚSSOLA BIZARRA. Após longos meses de adaptação à estranha, animada e colorida vila européia, Afonsa, agora com 12 anos, vive uma vida mágica rodeada de companheiros incríveis como a garota da cadeira de rodas, Madalena e o garoto com problemas auditivos Paolo, seus dois melhores amigos na quase pacata Vila de Mônica. Após todo um período de conhecer seu novo mundo e reconhecer-se como uma nova garota (vejam como ela até deixou o cabelo crescer!), Afonsa já não enfrenta mais tantos problemas no colégio com a patricinha Gisella Salamander e vai muito bem em matéria de conhecer o Mundo Oculto e controlar muito bem uma varinha.
Agora, acostumada a essa vida, diga-se de passagem, “tranquila” e com todos os problemas entre ela e Kerbina resolvidos – bem, quase todos. – Afonsa dá um duro danado para aprender as matérias tradicionais escolares e ao mesmo tempo dominar com perfeição todas as áreas dos Estudos Bruxos. Ensinados com muita eficácia, metodismo e atenção pela doce e sábia tutora das garotas Dellabóboras, Srta. Patapaposa, uma verdadeira mãezona para todas, ao mesmo tempo em que tem de se preocupar com um novo mistério que anda rondando Vila de Mônica, que passa a ser menos normal do que aparenta.
A causa de toda essa agitação na vila é o surgimento de estranhas criaturas bizarras que andam dando o ar da graça pelos becos escuros e nevoentos dessa colorida localidade. E a única coisa que pode rastrear esses monstros para que as agora “defensoras” da vila tomem providências é um objeto mítico chamado A Bússola Bizarra, feita pelas mãos de um vampiro e que está perdido no mundo já fazem muitos séculos.
Para completar, o coração de Afonsa é abalado por um novo e impossível amor: o irmão de Gisella Salamander! A garota mais intragável de toda a classe! Mas será que a implicante Kerbina deixará esse romance seguir em frente? O que a liga tão intimamente a este garoto? São coisas que teremos de descobrir.
Novos personagens e novos mistérios recheiam o segundo livro desta série bombástica que vai deixar você roendo as unhas das mãos e dos pés.

(As Dellabóboras: nomes, personagens e direitos autorais protegidos
por lei.)

As Dellabóboras Volume 1 (Resenha)




Desta vez, nada de contos do meu trágico dia-a-dia ou histórias envolvendo o sobrenatural, muito menos estudos psicosociais, não.
Hoje, estou aqui para falar do meu livro, do qual eu tanto falo, mas nunca conto direito para vocês do que se trata. Muito bem, pra começar, não é um livro apenas, mas uma série de dez livros, da qual pretendo escrever os cinco primeiros até o ano de 2012 ou 2013.
O volume um de AS DELLABÓBORAS – assim se chama a série –, vai retratar o início das bizarras aventuras de Afonsa Dellabóbora, uma garota de 11 anos que perdeu os pais muito recentemente, aos 8, e foi morar de favor na casa de um vizinho, pois ninguém na sua antiga cidade, Johnson’s Village, sabia algo sequer sobre o passado ou a vida de seus pais, mortos de forma misteriosa que ninguém até hoje soube explicar, e muito menos ela, que pouco lembra-se da infância.
Sendo assim, o vizinho a adota, mas uma ligação misteriosa chama a garota Afonsa para o outro lado do país, a uma pequena cidade litorânea chamada Vila de Mônica, situada às margens do Mar Mediterrâneo, esquecida do resto do mundo neste país imaginário chamado Franco-Itália.
Lá, ela recebe três notícias alarmantes e até mesmo assustadoras:
1 – Ela realmente tinha e sempre teve uma família.
2 – Sua nova casa é uma mansão, pois sua família é rica de doer.
3 – Ela é uma bruxa.
Afonsa primeiramente nega tudo e acha aquilo uma grande besteira, mas depois vai percebendo que tudo aquilo é sério, sério demais até mesmo pra ela, uma garota aparentemente tranquila e reclusa. De cara, ela conhece suas três primas, únicas habitantes daquela gigantesca e alta mansão situada no topo de uma colina, cujo último andar some por entre as nuvens. Suas primas são: a animada e serelepe Karina Dellabóbora, de olhos azuis e personalidade marcante. A bela elegante Cordélia Dellabóbora, de gestos delicados e jeito de duquesa. E por último, a estranha Kerbina Dellabóbora, Mortícia Addams mirim, de olhos verdes como os dos gatos, garota que parece ter uma nuvem negra pairando sobre a sua cabeça. De cara, a mini-megera não vai com a cara dela, e aí já viu, Kerbina vai fazer de tudo para atrapalhar ao máximo possível a nova vida de Afonsa Dellabóbora.
Junto com tudo isso, Afonsa recebe de quebra o pacote de criaturas sobrenaturais, feitiços inimagináveis, maldições impossíveis, poções e elixires inacreditáveis, mistérios da sua desconhecida família e grandes segredos de um Mundo Oculto e extremamente sigiloso que abriga feras, entidades legendárias e pessoas que podem usar a magia para controlar o tempo e o espaço ao seu redor.
As Dellabóboras é uma história rodeada de mistérios e surpresas, ação do começo ao fim, sem parar. Criaturas lendárias e feitiços poderosos caminham lado a lado de conflitos familiares, amor e amizade.

O primeiro dos três volumes foi lançado recentemente pela All Print Editora e você pode adquiri-lo clicando aqui

sábado, 25 de abril de 2009

Sobrenatural O.o'' Sinistro...

(ainda não tive tempo de escrever um relato descente sobre uma história real de fakes, então aguardem ok?)

Sempre que a aula vai chata, sempre que estamos entediados, sempre que o sono bate à porta em plena aula de matemática DAQUELE professor, nós, do grupinho exclusivo (e excluído) do resto da sala, exercitamos a nossa língua no maior de todos os hobbies da humanidade: conversar. Existe algo melhor que isso? Expor sua opinião, relatar fatos para os amigos? Melhor que isso, só escrever ;).
De fato, nesta sexta feira, a coisa tava ruim, o professor tinha passado três questões daquelas pra toda sala resolver, e nós, discretamente, nos pusemos a conversar sobre um de nossos assuntos favoritos, o sobrenatural. Mas, como felicidade de pobre dura pouco e olhar seletivo do Jorian acaba ou em mim ou em um de meus amigos, fomos separados bem no ápice de uma história daquelas, inacreditáveis, mas que há quem comprove, e jure de pés juntos, ser verdade.
Tudo começou quando falávamos sobre a revista Mundo Estranho, e geralmente, quando conversamos, um assunto vai puxando o outro, até que eu falei dos vídeos onde aparecem espíritos que minha irmã, xeretando, resolveu mostrar para a mamãe e ela mandou eu excluir todos eles do computador ¬¬’’. A Iêda é uma enxerida nata, só sabe fazer cagada. Mexer onde não deve. E então, eu comentei uns relatos um tanto curiosos que ocorreram no final do ano passado, que aconteceram aqui mesmo, nessa cidadezinha que é e não é interior ao mesmo tempo.
Foi constatado e presenciado em um de nossos bairros periféricos, o surgimento de um homem estranho, vindo do interior do estado, ou talvez de uma das ilhas do arquipélago do Marajó, que, segundo passantes e frequentadores de uma movimentada rua do tal bairro, atacou um cachorro de rua que passava e comeu-o pela metade. Pode rir à vontade, mas há pessoas que comprovam o ocorrido, é só perguntar, aqui em Macapá, todo mundo conhece todo mundo e é rapidinho que você encontra alguém que chegou a ver o tal ato mórbido do “homem”, que devorou o cachorro arrancando pedaços de sua carne e metendo-o na boca, mastigando e sugando seu sangue, uma cena nojenta, sem dúvidas. Mas a coisa piora quando ele se cansa do cachorro e ataca uma transeunte que assistia à cena enquanto passava, enojada, pelo cenário da atrocidade. O dito cujo arrancou um pedaço do braço da mulher e rugiu para os outros transeuntes que ninguém deveria se meter, ou ele comê-lo-ia também. Uns rapazes que passavam por lá, deram chutes e pontapés no homem que largou a mulher – com um pedaço do braço dela na boca – e correu para o meio do mato. Um vampiro talvez.
A polícia foi acionada, mas até hoje, o homem está desaparecido e desconhecido de todos.
Entre outros casos pouco confiáveis, estão o de um homem que foi atacado por um vulto misterioso próximo à sua casa e um maluco que dizia ter um celular dentro da barriga pelo qual conversava com a sua tia morta. Bêbados com certeza.
Mas em tempos que são considerados heróis aqueles que manipulam as emoções do público e dos participantes de um reality show, qualquer coisa pode ser verdade. Já dizem os profetas do século XXI: A morte de Dercy Gonçalves é o primeiro dos sinais do grande cataclismo seguinte, que acarretará no último dos apocalipses.
Pois é, é o que dizem, e vocês sabem que eu sou a voz do povo. Nada do que eu digo vem de fontes desconfiáveis, e eu meço bem as palavras antes de proferi-las. -.-
Se bem que isso tudo talvez seja só um grande besteirol, mas de fato, algo muito estranho está acontecendo no nosso mundo, se vocês perceberem, muitos são os sinais, e eles estão em toda a parte. A natureza é um ser vivo, um ser único composto de milhares de outros seres, um ser com sentimentos, um ser com memória, um ser que tem raiva e que vai aniquilar da face da terra aquele vírus maldito que se alastra pela superfície de todos os continentes como uma praga de gafanhotos a devorar a safra de milhares de anos de cultivo: o ser humano. A resposta à isso é o ressurgimento do antinatural, a volta do caos primitivo, que tinha o mundo mais em ordem do que está agora.
O que estou tentando dizer é que: a natureza é composta de espíritos, entidades não-materiais que estão se manifestando mais uma vez para defender o que é deles por direito: o mundo. Já diziam os antigos: Há mais mistérios entre o céu e a terra do que podemos imaginar. E em tempos de decadência e crise financeira, não duvidem de nada, e não riam, pois o fim está próximo.
Essa é uma frase bem clichê, mas que vai ter um significado marcante daqui a alguns anos. De qualquer modo, daqui há cem anos o petróleo do mundo vai acabar e a raça humana entrará numa era das trevas mesmo...
Eu já disse que sou apocalíptico, então, não reparem nas minhas viagens.
De fato, enquanto comentávamos relatos estranhos acontecidos com amigos de amigos, conhecidos e parentes, constatei que aos cinco anos, minha irmã viu o chupacabra – um monstrinho pequeno que parece um canguru de rosto deformado com super-orelhas que ADORA carne macia e sangue fresquinho – entre outras coisas.
De fato, como Pedro disse, o pai dele vez ou outra saía pra caçar, e em seu retorno, sempre voltava com uma história duvidosa contada pelos outros caçadores e fazendeiros. Mas a que mais marcou em sua memória jovem, foi a do Encantado – assim chamarei a história.
Segundo ele, lá pelas bandas do quilômetro 21, ramais adentro, entre terrenos e terreiros, há um olho d’água. E como rezam as lendas amazônicas, todo olho d’água tem uma mãe. Esta, como outra qualquer nascente misteriosa, tem as suas regras: não visitá-la depois das seis da tarde e não provocar a entidade mãe à noite com barulho qualquer que a acorde de seu sono. Lá próximo, morava uma velha, e essa velha era curandeira-rezadeira, descendente dos velhos índios místicos que habitavam as nossas terras, os ditos “Penas-Brancas”. Essa velha tinha um filho, que não respeitava nenhum dos ensinamentos antigos, e ao ouvir a história do olho d’água, resolveu provocar a mãe da nascente, para ver o que acontecia. Após as seis, ele visitou o local e pôs-se a fazer “zoada”, como dizem os antigos, e eis que a entidade ficou furiosa, transformando-o numa enorme cobra na mesma hora.
O garoto foi dado como desaparecido e muitos vasculharam toda área, sem sucesso. O garoto havia sumido mesmo. A mãe, desesperada, não sabia mais o que fazer, e então resolveu participar de um culto de umbanda, em um terreiro de macumba próximo, a fim de receber notícias do filho. E eis que o espírito da criança baixou no dono do terreiro, e este contou o final trágico de seu desafio bobo às leis dos antigos, e pediu para que o homem que havia recebido seu espírito fosse sozinho ao local com todos os recursos para desfazer o encanto.
Ao chegar lá, o homem deparou-se com a cobra imensa, tão grande, mas tão grande, que quando ele fugiu de medo do local, a monstruosa sucuri ainda não havia saído toda de seu esconderijo. O homem provavelmente abandonou a macumba pra sempre e se converteu. O terreiro finalizou os cultos. E por fim, o olho d’água foi abandonado, ninguém mais vai até lá, com medo de encarar os olhos suplicantes da cobra. Até hoje o garoto é dado como desaparecido pela polícia. Porque a mãe dele não foi até lá e rezou um encantamento para desfazer o feitiço? Eu não sei. Provavelmente a mãe do olho d’água não permite que ele apareça para a mãe dele.
O Pedro não me disse se a mãe do garoto está viva ou não, talvez tenha dito, mas eu não me lembro.
Qualquer coisa, é só ir até o quilômetro 21 perguntar sobre o olho d’água abandonado.
Vai.
Duvido que você tenha coragem. ; )

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Uma Tarde de Sexta Feira

(última foto tirada do meu pen drive ao lado)


Bom dia, flores do dia!!!!!!!!!!!!!!!!! ^^V
(ou boa noite, sei lá ¬¬'')
Eu estive fora por um bom tempo, não foi? (como se alguém tivesse percebido ¬¬). Pois bem, o motivo foi o seguinte: perdi o meu pen drive em um ensolarado fim de tarde de sexta feira. A luz alaranjada do sol descia por entre as nuvens brancas e banhava o asfalto açoitado pelo vento. Pessoas passeavam pelas ruas, caminhavam pelas calçadas, conversavam sobre seus conflitos e assuntos pessoais e outros, como eu, apenas admiravam a paisagem pitoresca do que é e ao mesmo tempo não é uma cidade grande: Macapá é algo sobrenatural. Parece interior, mas não é, parece cidade grande, mas não é. Macapá poderia ser um lugar maravilhoso se não fossem as pessoas. Acho que o ser humano é uma espécie de vírus, um bug da Matrix, como diriam os geeks. O lugar pode ser a coisa mais linda do mundo, mas o ser humano, a partir do momento que se estabelece e cria raízes, enfeia tudo no mesmo momento. Vou te contar, não sou um grande fã dos seres humanos, não sou mesmo, tenho péssimas experiências com essa raça de seres estranhos (falo como se fosse um alienígena). Mas mesmo assim, se não fossem os humanos, as coisas não seriam as mesmas, tudo seria meio monótono, eles agitam o mundo, e guiam a todos para um fim único: destruição em massa das nações. Sou apocalíptico gente, não liguem.
Bom, o fato foi que eu subi no ônibus da rota Buritizal – São Camilo, como costumo fazer nas tardes em que tenho aulas extras. Tudo normal até então. Até que o ônibus não estava lotado sabe, e eu fiquei bem feliz por isso. Esperei uma moça descer para que eu me sentasse no lugar dela, e então o ônibus logo foi enchendo, mas nem tanto. O vento gelado – incomum à Macapá que costuma ter um ar carregado de poeira e calor – proveniente da chuva que cairia na madrugada seguinte, eu permiti encher os meus pulmões de umidade enquanto admirava a paisagem repleta de árvores e prédios em um mesclado de selva e pedra. Eu viajava em meus pensamentos enquanto o ônibus dobrava bruscamente na Avenida Timbiras. E então aquele barulhinho de “plec” me despertou dos pensamentos, algo havia caído, então meti a mão no meu bolso, sentindo a chave de casa, e das alternativas, uma é a correta:
a) Senti o pen drive, o tirei do bolso e por segurança enfiei-o na mochila.
b) Senti apenas a chave de casa, lembrando do pen drive dentro da mochila.
Mas o fato para o qual eu não dei importância e que foi crucial para a situação em que me encontro é o seguinte: algo havia caído no chão, e eu, meio tonto de sono e ao mesmo tempo anestesiado pelo vento gelado, ao invés de olhar pro chão ao meu lado, apenas meti a mão no bolso.
Cheguei em casa, abri o portão, abri a porta, corri por quarto e me joguei na cama para tirar um bom cochilo até a hora de ir à lan house atualizar o blog, acessar meu fake, e checar os e-mails. Eu geralmente ao chegar em casa, não checo nada – isso pela parte da tarde, quando eu estou com MUITO sono –, só chego e me jogo, para acordar mais tarde, comer e correr para a lan house antes de começar Caminho das Índias (¬¬ coisa de POBRE!). Eu apenas tiro as coisas dos bolsos e largo em cima da mesa do meu quarto. Então, a minha irmã chegou da aula, hora de ir à lan house. Dei mais uns dois minutos de cochilo e me levantei da cama atrás das chaves, do celular, e é claro, do pen drive. Mas ali, em cima da mesa, onde o meu tesouro descansa toda vez que chego em casa, meu diamante negro retangular, Kingston DataTravelar 1GB, não, ele não estava ao lado das chaves, nem ao lado do celular, onde é de costume. E então refiz todo o meu caminho desde a escola até casa, e meu coração quase foi daqui ao Japão ao lembrar do “plec” dentro do ônibus.
Primeiro quis chorar, depois gritar de ódio, depois correr até a rua e procurar. Respirei fundo. Tarde demais, pensei. Já era mais de sete da noite, sendo que eu cheguei pela parte das cinco e meia da tarde. Meus livros, minhas fotos, minhas músicas, meus trabalhos, tudinho, tudinho... Perdido em algum lugar do Grande Ovo Cinza! (costumo chamar Macapá assim, já que é tão pequena e todo mundo se conhece). Me recompus, catei a USB do meu celular, me conformei e me mandei pra lan house, só pra conversar pelo MSN mesmo... =,C. Ao invés de lamentar, eu apenas me conformei e orei para meu bom Deus que, seja quem for que o tiver achado, já o tenha formatado e o esteja usando. Afinal, meus livros são histórias inéditas e não quero nenhum enxerido passando o olho pela vida d’As Dellabóboras Ò.Ó/.
Agora, pra deixar de ser retardado e prestar mais atenção no mundo que me rodeia – porque eu vivo no mundo da lua –, estou sem pen drive, não posso atualizar o terceiro volume da minha saga e ainda por cima NÃO POSSO BAIXAR MÚSICA! Me sinto sem um braço, aquele pen drive era a minha vida, meu mundo girava em torno dele, total, tudo o que eu fazia, envolvia aquele pen drive. Para onde eu ia, eu o levava, e talvez esse tenha sido meu grande erro, mas só talvez. Lá dentro estavam todos os meus arquivos mais importantes, e aqui eu deixo um apelo. Momento Solidariedade do Programa Meio-Dia!!! Quem achar meu pen drive *chuif* *chuif* por favor, por favor *snif* *snif* me devolva pelo amor de Deus! Eu preciso muito-muito-muito-muito dele!
Se você está lendo este artigo, das duas uma:
a) comprei um pen drive novo.
b) achei o meu antigo (o que seria um milagre! Minha mãe me levou na rádio pra deixar avisado que seria recompensado quem o achasse!).




(ou talvez simplesmente peguei emprestado o da ieda)



De fato, este tipo de coisa só acontece comigo, porque, das duas uma (de novo)
a) Ou eu tenho alguma espécie de problema cármico.
b) Ou eu apenas me chamo Antonio Pantoja Fernandes Junior.

Morangos doces.
Antonio Fernandes.
=*~

quarta-feira, 15 de abril de 2009

O "Bendito" Esquadrão da Moda!

Não, eu não consegui decorar o nome daqueles dois apresentadores patetas. Não, eu não consegui prestar atenção em pontos positivos naquele programa porque não há nenhum.
Qual o verdadeiro sentido daquilo?
É ridiculo! Patético e depreciativo por completo.
Não há outra razão para aqueles sociopatas famigerados destruírem a autenticidade de cada indívudo - sim, VIVA AS DIFERENÇAS! - nenhuma! Eles são assassinos cruéis da personalidade própria e da individualidade!
Cada um tem o direito de se vestir do jeito que quiser, usar o que bem entender e ser como bem quer, e não precisa se encaixar em padrão algum para ser feliz. Todos somos únicos e o que eles fazem é destruir isso que nós temos de tão especial: a nossa personalidade exclusiva apenas de nós mesmo, talvez o único tesouro que um ser humano tem. Cada indivíduo é um só, não pode e nem deve existir esse negócio de "padrões", porque cada um de nós é único, unicamente criados com um propósito especial que é sermos nós mesmos e espalharmos o que somos para as outras pessoas te admirarem por ser quem você é.
E estes dois palhaços do sistema destroem isso!
Eles humilham as pessoas e tiram delas tudo o que elas tem de melhor, a autenticidade.
Esqueçam esse negócio de andar na moda
SEJAM VOCÊS MESMOS!!!
NADA É MAIS IMPORTANTE QUE ISSO!!!
Jamais tente se encaixar nessa sociedade plastificada a qual tentam nos implantar à força.
Tenha personalidade! Não seja teleguiado!
Não existe moda!
A moda é você quem faz!
Você não é medido pelo que usa e sim pelo que você é de verdade, o que você tem dentro de SI. NINGUÉM PRECISA DISSO!!!
O mais importante de tudo é se sentir bem e ser você mesmo.
Por favor gente, espalhem essa mensagem.

BOICOTE AOS SOCIOPATAS!!!